De Bem com a Vida episódio (01) – Sucesso

13 11 2009

Com a Autorização do Departamento Jovem da União Nordeste, estaremos disponibilizando os episodios dessa série, sobre a Administração Financeira do Jovem Adventista.

Este primeiro episódio fala sobre o Sucesso

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O Culto e o Jovem na Igreja Adventista

27 01 2009

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Talvez a desculpa mais comum apresentada pelos jovens na Igreja Adventista do Sétimo Dia hoje é a de que o culto é “maçante”. Essa desculpa parece mantê-los distantes do culto sabático ou torná-los em adoradores totalmente pacíficos. O que não está claro é a conotação do “maçante”. Para a grande maioria dos jovens esse fenômeno “maçante” simplesmente descreve sua percepção de que o culto, como praticado na igreja adventista contemporânea, é irrelevante para eles.

A questão com a qual todos os que somos líderes na igreja nos confrontamos é: Algo pode ser feito para mudar essa percepção? Uma avaliação honesta de nosso conceito, estilo e formato do culto é essencial se desejamos enfrentar devidamente a situação. Esta monografia busca sugerir um caminho que podemos desejar trilhar como um remédio prático para a questão de como a Igreja Adventista do Sétimo Dia pode tornar sua fé tradicional relevante para nossos jovens.

UM PARADIGMA BÍBLICO

Toda tentativa de avaliar questões na Igreja de Deus deve começar com Sua Palavra. Nenhuma questão exige isso mais do que a que está aqui sendo considerada.

Ao estudarmos o motivo bíblico, somo levados a reconhecer DOIS elementos essenciais que abarcam o que podemos definir como “culto bíblico”.1

1. No paradigma bíblico há uma atividade envolvida no culto. Essa atividade é expressa em termos de movimento. Em primeiro lugar há um movimento de cima para baixo, ou movimento de Deus até o homem. Isso pode assumir a forma de mandamentos, ordenanças, bênçãos, ordenanças do culto, proclamação ou capacitação. Em cada exemplo do culto está envolvida a revelação divina. A pessoa deve sentir no culto esse movimento de Deus em direção a ela.

Em segundo lugar, há um movimento de baixo para cima ou movimento do homem em direção a Deus. Esse movimento é expresso em atividades como assembléias, oferta de sacrifício, tomada de votos, confissões, oração e louvor. No culto a pessoa oferece a si mesma como também seus bens a Deus. Quanto mais o adorador se envolve no culto, nesse movimento em direção a Deus, mais satisfatório o culto se torna para ele.

De forma geral, o culto na Igreja Adventista do Sétimo Dia é muito forte no movimento de cima para baixo. Talvez a debilidade do nosso culto resida na inadequação do movimento de baixo para cima. Com esse movimento minimizado, há um efeito limitador no envolvimento do adorador. Parcialmente não seria este o motivo porque o jovem, que por natureza é ativo e envolvido, julgue o culto adventista como “maçante”?

2. Uma conseqüência do conceito da atividade é a noção da comunicação. No culto, Deus e o adorador não apenas se voltam um para o outro; também se comunicam um com o outro. Em primeiro lugar, observamos que ocorre a comunicação verbal/transmissão. Algumas vezes Deus fala diretamente com Seu povo e algumas vezes por meio dos sacerdotes e profetas. Ele lhes diz sobre os pensamentos que tem a respeito deles, ou o que deseja que façam ou como devem viver. Grande parte da auto-revelação de Deus no culto é verbal. No entanto, Deus não é o único que fala. O adorador também se comunica verbalmente. O povo de Deus promete obediência, expressa arrependimento ou louvor a Seu nome.

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10 erros comuns no Ministério Jovem

26 01 2009

1. Definição Indistinta Sobre os Jovens

Uma definição muito vaga sobre os jovens é um problema para muitos ministérios jovens. O ministério jovem deve incluir indivíduos com dez anos de idade ou com dezenove, ou com treze anos, ou após concluir o segundo grau? Essas perguntas não têm respostas absolutas, mas as respostas providas por sua igreja são úteis para orientar os líderes dos jovens. Para que seu ministério jovem seja bem-sucedido, ele necessita ter alguma noção da população a que atende. A congregação pode optar por não ter indivíduos menores (idades 10-12) ou acima de dezoito nesse grupo, porém ela deve incluir esses dois grupos em seu ministério.

2. Confundir Sociedade de Jovens com Ministério Jovem

O ministério jovem não é apenas uma sociedade de jovens. Deve-se lembrar do conceito de guarda-chuva do ministério jovem. Uma única parte do ministério jovem de uma congregação não pode atender as expectativas de todos. De igual forma, um único programa não pode realizar tudo o que deve ser feito no ministério da congregação com/para/pelos jovens. Não importa o tamanho de uma congregação, a sociedade de jovens é apenas uma parte do ministério jovem da congregação.

3. Pensar que o Ministério Jovem É Apenas um Programa

Um terceiro erro comum é a compreensão de que o ministério jovem é apenas um programa. Há pouco, se houver algum, contato ou ministério relacional. O enfoque do ministério é sempre no conteúdo. Os adultos e os jovens não têm contato em outro horário além do das reuniões do ministério jovem. Os adultos não estabelecem um relacionamento com os jovens.

Esse mal-entendido ocorre nas igrejas grandes como também nas pequenas. Na verdade, muitas igrejas grandes sofrem com esse problema quando pagam profissionais que entendem sua função em termos de criar e preparar programas e não em termos mais abrangentes do estar envolvido no ministério. Muitas vezes a dádiva paciente e apoiadora da presença é abandonada por outro programa.

4. Esquecer a Família e o Enfoque da Escola

Outro erro comum é o esquecer-se de que a maior parte da vida dos jovens é controlada pela família e pela escola. É imperativo saber o que está acontecendo e ambas esferas da vida de um jovem. Às vezes, os adultos que trabalham com jovens têm conhecimento do que se passa na família, mas não na escola. Muitas vezes as sociedades que dão ênfase na escola se esquecem do ambiente do lar e não têm idéia do que se passa ali. É importante conhecer o que está se passando na escola, ter contato com a direção e professores e ter contato com os pais. Será bom fazer uma visita à escola e ao lar.

5. Recrutar Voluntários Inadequados

Outro erro é permitir que adultos inadequados atuem como voluntários no ministério jovem. Com muita freqüência o recrutamento de adultos para trabalhar com os jovens ocorre como um convite geral a qualquer pessoa. Embora recrutar adultos seja muitas vezes difícil, muitas igrejas estariam melhor servidas sem uma associação de jovens do que com adultos inadequados liderando o ministério. A igreja necessita manter a supervisão dos adultos que trabalham com/para/pelos jovens. Não queremos dizer de que sejam necessários adultos perfeitos ou adultos que não possam cometer erros, ou crescer em suas habilidades como parte do ministério jovem da congregação, mas sim que necessitamos considerar cuidadosamente os dons e virtudes daqueles que estarão em contato direto com os jovens em cada congregação.

6. Ignorar os Jovens Com Mais Idade

No afã de uma congregação estabelecer uma sociedade de jovens bem-sucedida ou mesmo o ministério jovem, os jovens de mais idade podem ser sacrificados a fim de que a sociedade de jovens possa ser formada em torno dos mais novos, que potencialmente seguirão o programa ao longo dos anos que estão na congregação. Embora essa opção pareça sensível, muitas vezes o que ocorre é que a sociedade de jovens ganha uma reputação de que ela é apropriada apenas aos adolescentes. A compreensão não expressa é de que quando o jovem chega aos dezoito anos e tira sua carteira de motorista, ingressa em um emprego, deixa a sociedade de jovens. Embora algumas vezes útil, ao se estabelecer uma sociedade de jovens para os mais novos, não se deve esquecer ou ignorar os jovens de mais idade. O ministério jovem deve abranger todos os jovens, constituindo-se em erro ignorar os mais velhos.

7. Não Deixar o Jovem Sair

Outro erro comum é não levar a sério o jovem e suas capacidades de liderança. Muitas sociedades de jovens são lideradas por adultos. Esses líderes se esquecem de que um bom ministério é feito com os jovens e pelos jovens. Um bom ministério jovem necessita considerar seriamente os jovens, ouvir sua voz, talvez mesmo dar-lhe voz (voto).

Ainda que muitas vezes seja difícil para aqueles que ocupam posições de liderança no ministério jovem terem suas idéias questionadas, o jovem necessita ter oportunidade de falar, de discordar e de formar e implementar suas idéias. Uma sociedade de jovem bemsucedida formulará um meio de desenvolver os jovens em líderes da sociedade de jovens.

8. Ater-se Demasiadamente à Tradição

Não tenha medo de tentar novas idéias, de realizar novos programas, desenvolver novas tradições e de desafiar as velhas tradições. No ministério jovem, como também na sociedade de jovens, as tradições se estabelecem em dois ou três anos. Algumas são úteis;
outras necessitam ser desafiadas ou descartadas. Não podemos estar muito presos ao passado em nosso ministério jovem. A cada três ou quatro anos, não apenas os jovens mudam, mas a comunidade e o mundo no qual o jovem está se desenvolvendo também mudam. A inflexibilidade do programa e o ater-se muito ao passado geram outro erro comum na sociedade de jovens.

9. Dar Demasiada Ênfase ao Entretenimento

Algumas vezes as sociedades de jovens são criadas na congregação apenas para “agitar” o grupo. Nessas situações, a sociedade de jovens evita qualquer trabalho mais sério com os jovens sobre as questões da fé, especialmente aquelas que afetam nosso mudo como um todo. Um ministério jovem fiel não evitará as preocupações sociais sérias. Ser cristão é algo sério, e o que Deus espera e deseja de nós é uma questão séria. Nenhum de nós tem uma resposta definitiva para o que Deus deseja de nós, mas algumas vezes devemos ajudar os jovens a enfrentarem seus questionamentos sobre a fé e sua resposta a este mundo.

10. Ignorar a Ânsia dos Jovens pela Santidade

Os jovens têm ânsia pelo que é santo. Embora muitos não admitam ou reconheçam isso, ela existe não obstante (exatamente como existe na vida dos adultos na criação de Deus). O ministério jovem necessita ajudar os jovens a compreenderem essa ânsia, a lidarem com ela e a celebrarem a presença misteriosa de Deus no mundo. Infelizmente, poucas congregações enfrentam essa ânsia de uma forma substancial.

Conclusão

Se você está no ministério jovem há algum tempo, descobrirá que é muito provável que seja outra forma de ministério. O ministério jovem inicia com os jovens, mas prontamente se transforma em uma compreensão abrangente de ministério. Estar preocupado com os jovens significa estar preocupado com sua situação familiar, incluindo os pais e irmãos. Estar preocupado com os jovens significa estar preocupado com as normas culturais e sociais que moldam as instituições – familiares e sociais – nas quais o jovem participa e vive. Estar preocupado com os jovens significa estar disposto a advogar em seu favor.

Estar preocupado com os jovens significa ouvir a voz dos jovens, que muitas vezes não é ouvida nesta cultura. Estar preocupado com os jovens significa estar preocupado com toda a criação de Deus. O ministério jovem, como qualquer outra forma de ministério,

leva-nos a nos preocuparmos com a situação global na qual se encontram os seres humanos.
Uma das impressões que muitos têm é que estiveram realizando um trabalho medíocre no ministério jovem. Não fizeram nada do que foi descrito nas páginas anteriores.

Sentem-se desvalorizados e não reconhecidos. Começam a questionar se têm dons e virtudes
e se devem se envolver no ministério jovem. Um dos problemas dos que falamos sobre o ministério jovem é que tendemos a focalizar nossos sucessos e não nossos fracassos.

Falamos das grandes realizações que nós ou outros estão fazendo no ministério e deixamos de mencionar os aspectos mundanos que estão impedindo um ministério vivo em inúmeras congregações. Não falamos de nossos erros, provações e tribulações. Desejo assegurar-lhes de que todos passamos por aqueles momentos quando, a despeito do estabelecimento do melhores planos e das melhores intenções, as coisas não funcionam.

Percorremos uma linha tênue em nossa compreensão teológica do ministério jovem, entre o orgulho arrogante e o não responder às ordenanças de Deus. Com muita incidência o ministério jovem vive ou morre com os líderes adultos. Isso pode nos levar a pensar que o ministério é “nosso”, e não de Deus e da igreja. Nossa esperança é posta nas capacidades e conhecimentos humanos. Começamos a crer que o uso desta técnica ou daquela estratégia pode fazer o ministério jovem funcionar. Este simplesmente não é o caso. Não somos Deus, e o Espírito de Deus Se recusa a ser limitado por nós e por nossas falhas.

Por outro lado, há pessoas que crêem que Deus sempre opera miraculosamente na história humana. Elas esperam que Deus irrompa na congregação e estabeleça de forma divina o ministério jovem. Ainda que eu afirmo que Deus tem esse poder, saliento também que Deus raramente emprega Seu poder dessa forma. Antes, permite que nós, criaturas, nos envolvamos no processo da criação e da vida com Deus.

Se uma congregação pretende ter sucesso no ministério jovem, isso se dará porque o povo de Deus, usando os dons e virtudes que lhes foram por Ele concedidos, une-se ao Espírito Santo e aos jovens. O ministério jovem requer oração e ação.

Fonte: CD-ROM Capacitando a sua Liderança – UNEB





Letras dos Hinos do CD Jovem 2009

22 01 2009

Abertura

Brilha em mim 1 – Fernando Rochael

Como o sol no céu, eu quero brilhar.
Como o farol que guia os barcos no mar
Ser portador de luz e compartilhar
Como uma vela dividi a chama com as outras
E um grande clarão se produz
Quero cumprir a missão vencer a escuridão
Resplandecer a luz do amor de Jesus

Brilha em mim Senhor das luzes Cristo meu
Quero ser um contigo assim
Como tu és ligado a Deus
Brilha em mim venha habitar em meu coração
Pois eu só vou brilhar por Ti
Se o Senhor brilhar em mim em mim
Senhor, Brilha em mim

Como o sol no céu, eu quero brilhar.
Como o farol que guia os barcos no mar
Ser portador de luz e compartilhar
Como uma vela dividi a chama com as outras
E um grande clarão se produz
Quero cumprir a missão vencer a escuridão
Resplandecer a luz do amor de Jesus

Quero glorificar ao Pai com a luz que Jesus me dá
Vou morrer para tudo mas que Ele viva em meu lugar

Brilha em mim 2 – Felipe Tonasso

Eu fui criado por uma razão
Fui escolhido para amar e servi
Ao mundo que padece em escuridão
Eu fui chamado pra brilhar
Eu fui comprado por sangue real
Fui transformado em um filho Teu
Hoje sou testemunha de um único Deus sou mensageiro da cruz

Por onde quer que eu vá, eu irei falar
Por onde que eu vá, eu serei tua luz
Brilha em mim com a Tua gloria
Brilha em mim, quero testemunhar
Brilha em mim pra que o mundo Te conheça
Brilha em meu coração brilha em mim
Eu levarei a esperança em todo lugar se o Senhor habitar em mim

Por onde quer que eu vá, eu irei falar.
Por onde que eu vá, eu serei tua luz
Brilha em mim com a Tua gloria
Brilha em mim, quero testemunhar.
Brilha em mim pra que o mundo Te conheça
Brilha em meu coração brilha em mim

Brilha em mim com a Tua gloria
Brilha em mim quero testemunhar
Brilha em mim pra que o mundo Te conheça
Brilha em meu coração brilha em mim
Brilha em meu coração brilha em mim

Cada novo dia – Denisson e Delmar Reis

É tão bom acordar e sentir o calor
Como é bom levantar, ter na voz um louvor
É tão bom perceber que o sol já brilhou
Sou feliz com Jesus. Minha vida mudou!

Deus ama cantar, Ele ama compor
Cada nota um som, todas têm seu valor
No compasso da fé só existe canção
Se Jesus estiver dentro do coração

Refrão (contra-voz no segundo coro):
Cada novo dia, (novo dia) cada nova manhã
Com minha vida vou louvar ao Senhor
Cada novo dia, (novo dia) sinto Seu amor
O Autor da existência
Poeta da história
Ele é meu Criador

A pausa é um espaço uma ausência de som
Se sua voz silencia não perca o tom
A canção de sua vida não é sem valor
Tenha fé no Maestro, erga a voz em louvor

Se hoje fala harmonia na canção do viver
O Autor de sua vida quer reger o seu ser
A nas horas de dor não precisa chorar
É Jesus quem nos guia, é só confiar Continue lendo »





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18 01 2009

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