JA Dia do Trabalho 01/05

26 04 2010

Culto J.A
Dia do Trabalho

Cronograma

OBS: Na nossa igreja o JA é maior. Fica a seu critério tirar algumas coisas

17:00hs – Louvores
17:15hs – Louvor e oração inicial
17:20hs – História – História da data
17:23hs – Dinâmica Profissão – Apresentando Jesus nas profissões (7 pessoas)
17:27hs – Introdução
17:30hs – Brincadeira – Profissões dos personagens bíblicos (1 pessoa)
17:35hs – Entrevista – Entrevistar um profissional bem sucedido na igreja (2 pessoas)
17:45hs – Peça diálogo – Diálogo sobre trabalho (2 pessoas)
17:47hs – Mensagem Musical
17:52hs – Desenvolvimento
17:56hs – Jogral: Cristo e as profissões – Semelhanças entre Cristo e as profissões (2 pessoas)
18:00hs – Hino favorito das profissões – Músicas relacionadas com as profissões (1 pessoa)
18:05hs – Dinâmica – Escolha da profissão (6 pessoas)
18:15hs – Oferta
18:17hs – Profissões de Jesus de A à Z – Dinâmica (1 pessoa)
18:20hs – Conclusão
18:25hs – Louvor e oração final

Anúncio do JA pela manhã

Você gosta de trabalhar?
Você tem medo das segundas-feiras e passa a semana sonhando com as sextas-feiras?
Não perca o J.A de hoje
Trabalho – Benção ou maldição?

Partes (não está em ordem)

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O Culto e o Jovem na Igreja Adventista

27 01 2009

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Talvez a desculpa mais comum apresentada pelos jovens na Igreja Adventista do Sétimo Dia hoje é a de que o culto é “maçante”. Essa desculpa parece mantê-los distantes do culto sabático ou torná-los em adoradores totalmente pacíficos. O que não está claro é a conotação do “maçante”. Para a grande maioria dos jovens esse fenômeno “maçante” simplesmente descreve sua percepção de que o culto, como praticado na igreja adventista contemporânea, é irrelevante para eles.

A questão com a qual todos os que somos líderes na igreja nos confrontamos é: Algo pode ser feito para mudar essa percepção? Uma avaliação honesta de nosso conceito, estilo e formato do culto é essencial se desejamos enfrentar devidamente a situação. Esta monografia busca sugerir um caminho que podemos desejar trilhar como um remédio prático para a questão de como a Igreja Adventista do Sétimo Dia pode tornar sua fé tradicional relevante para nossos jovens.

UM PARADIGMA BÍBLICO

Toda tentativa de avaliar questões na Igreja de Deus deve começar com Sua Palavra. Nenhuma questão exige isso mais do que a que está aqui sendo considerada.

Ao estudarmos o motivo bíblico, somo levados a reconhecer DOIS elementos essenciais que abarcam o que podemos definir como “culto bíblico”.1

1. No paradigma bíblico há uma atividade envolvida no culto. Essa atividade é expressa em termos de movimento. Em primeiro lugar há um movimento de cima para baixo, ou movimento de Deus até o homem. Isso pode assumir a forma de mandamentos, ordenanças, bênçãos, ordenanças do culto, proclamação ou capacitação. Em cada exemplo do culto está envolvida a revelação divina. A pessoa deve sentir no culto esse movimento de Deus em direção a ela.

Em segundo lugar, há um movimento de baixo para cima ou movimento do homem em direção a Deus. Esse movimento é expresso em atividades como assembléias, oferta de sacrifício, tomada de votos, confissões, oração e louvor. No culto a pessoa oferece a si mesma como também seus bens a Deus. Quanto mais o adorador se envolve no culto, nesse movimento em direção a Deus, mais satisfatório o culto se torna para ele.

De forma geral, o culto na Igreja Adventista do Sétimo Dia é muito forte no movimento de cima para baixo. Talvez a debilidade do nosso culto resida na inadequação do movimento de baixo para cima. Com esse movimento minimizado, há um efeito limitador no envolvimento do adorador. Parcialmente não seria este o motivo porque o jovem, que por natureza é ativo e envolvido, julgue o culto adventista como “maçante”?

2. Uma conseqüência do conceito da atividade é a noção da comunicação. No culto, Deus e o adorador não apenas se voltam um para o outro; também se comunicam um com o outro. Em primeiro lugar, observamos que ocorre a comunicação verbal/transmissão. Algumas vezes Deus fala diretamente com Seu povo e algumas vezes por meio dos sacerdotes e profetas. Ele lhes diz sobre os pensamentos que tem a respeito deles, ou o que deseja que façam ou como devem viver. Grande parte da auto-revelação de Deus no culto é verbal. No entanto, Deus não é o único que fala. O adorador também se comunica verbalmente. O povo de Deus promete obediência, expressa arrependimento ou louvor a Seu nome.

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