A a igreja como “sal da terra” e “luz do mundo” no contexto do caos urbano

2 02 2009

Tinhamos um texto Muito bom aqui, porem, o autor, não concordou com a retirada da frase sobre a lembrança dele do arrebatamento secreto, recomendo aos interessados ao texto pesquisar o título no google e ler a mensagem.

No lugar colocaremos o nosso Pensamento sobre o arrebatamento secreto

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Quatro Razões Para Rejeitar o Arrebatamento Secreto

por

Paulo Alexandre

Um cuidadoso estudo de textos bíblicos relevantes quanto ao Retorno de Cristo sugere pelo menos quatro razões principais para rejeitar o ponto de vista de uma Segunda Vinda de Cristo em dois estágios.

O Vocabulário do Segundo Advento. A primeira razão para rejeitar um arrebatamento secreto que antecede à tribulação é o fato de que o vocabulário do Segundo Advento não oferece respaldo para tal ponto de vista. Nenhuma das três palavras gregas usadas no Novo Testamento para descrever o Retorno de Cristo, ou seja, parousia-vinda, apokalypsis-revelação, e epiphaneia-aparecimento, sugere um arrebatamento secreto pré-tribulacional como objeto da esperança cristã no Advento.

Os pré-tribulacionistas alegam que a palavra parousia-vinda é usada por Paulo em 1 Tessalonicenses 4:15 para descrever o arrebatamento secreto. Mas em 1 Tessalonicenses 3:13 Paulo emprega a mesma palavra para descrever “a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os Seus santos”-uma descrição, segundo os pré-tribulacionistas, da segunda fase do Retorno de Cristo. Novamente, em 2 Tessalonicenses 2:8, Paulo emprega o termo parousia-vinda em referência à Vinda de Cristo que causará a destruição do anticristo-um evento que, de acordo com os pré-tribulacionistas, supostamente ocorrerá na segunda fase da Vinda de Cristo.

Semelhantemente, as palavras apokalypsis-revelação e epiphaneia-aparecimento, são utilizadas para descrever tanto o que os pré-tribulacionistas chamam de arrebatamento (1 Cor 1:7; 1 Tim 6:14) e o que chamam de Retorno, ou segunda fase da Vinda de Cristo (2 Tess 1:7-8, 2:8). Destarte, o vocabulário da Bendita Esperança não propicia base alguma para uma distinção do Retorno de Cristo em duas fases, uma vez que seus termos originais são empregados intercambiavelmente para descrever o mesmo evento. Mais importante ainda é o fato de que cada um desses três termos é claramente empregado para descrever o Retorno de Cristo pós-tribulacional, o que é visto como objeto da esperança do crente.

A parousia, por exemplo, é indisputavelmente pós-tribulacional em Mateus 24:27, 38, 39 e em 2 Tessalonicenses 2:8. O mesmo é verdade de apokalypsis-revelação, em 2 Tessalonicenses 1:7 e de epiphaneia-aparecimento em 2 Tessalonicenses 2:8. Portanto, o vocabulário da Bendita Esperança exclui a possibilidade de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja, seguida de uma tribulação de sete anos e da Vinda gloriosa, visível para estabelecer o Reino Judaico milenial. Os termos usados claramente apontam a um Advento de Cristo único, indivisível, pós-tribulacional para trazer salvação aos crentes e retribuição aos descrentes.

Nenhum Arrebatamento da Igreja. Uma segunda razão para rejeitar um arrebatamento pré-tribulacional secreto da Igreja é o fato de que não há qualquer indício no Novo Testamento de um arrebatamento instantâneo da Igreja. A descrição mais notória do Segundo Advento encontrada em 1 Tessalonicenses 4:15-17, sugere exatamente o oposto quando fala que o Senhor desce do céu “dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus” . . . “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares”.

O clamor, a trombeta e o grande ajuntamento dos vivos e santos ressurretos dificilmente sugeriria um evento secreto, instantâneo e invisível. Pelo contrário, como freqüentemente se tem assinalado, esta talvez seja a passagem mais barulhenta da Bíblia. A referência a um ressoar “da trombeta” e paralelamente ao texto de Mateus 24:31 e 1 Coríntios 15:52, que falam de fortes sons de trombeta, corroboram a visibilidade e natureza pública do Segundo Advento. Nenhum traço de um arrebatamento secreto pode ser encontrado em qualquer destas passagens.

Nenhuma Remoção da Igreja da Grande Tribulação. Uma terceira razão para rejeitar a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional da Igreja é o fato de que tal noção não tem apoio das passagens que tratam da tribulação. Por exemplo, em seu discurso no Monte das Oliveiras, Jesus fala da “grande tribulação” que imediatamente precederá a Sua vinda e promete que “por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados” (Mat. 24:21-22, 29). Alegar que “os eleitos” são apenas os crentes judeus, e não membros da Igreja, representa ignorar que Cristo está se dirigindo a Seus apóstolos que representam não só o Israel nacional, mas a Igreja em escala ampla. Isto é confirmado pelo fato de que tanto Marcos quanto Lucas fazem referência ao mesmo discurso para a Igreja gentílica (Marcos 13; Lucas 21).

É também digna de nota a grande semelhança entre a descrição que Cristo faz do arrebatamento da Igreja em Mateus 24:30, 31 e a de Paulo em 1 Tessalonicenses 4:16, 17. Ambos os textos mencionam a descida do Senhor, a trombeta que soa, os anjos acompanhantes e a reunião do povo de Deus. Tais semelhanças sugerem que ambas as passagens descrevem o mesmo evento. Contudo, em Mateus o arrebatamento de Cristo é explicitamente situado “após a tribulação” (Mat. 24:29), ao tempo da Vinda de Cristo “com poder e grande glória” (vs. 29, 30). O paralelismo entre as duas passagens indica claramente que o arrebatamento da Igreja não precede, mas, pelo contrário, segue-se à grande tribulação.

Cristo nunca prometeu a Sua Igreja um arrebatamento pré-tribulação deste mundo. Antes, prometeu proteção em meio à tribulação. Em Sua petição ao Pai, Ele disse: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (João 17:15). Semelhantemente à Igreja de Filadélfia, Cristo promete: “Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra” (Apoc. 3:10). Se a Igreja estivesse ausente desta Terra durante a hora de prova, não haveria necessidade de proteção divina.

Nenhum Arrebatamento Pré-Tibulação nas Escrituras. Por último, a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional é negada por Paulo e pelo livro de Apocalipse. Em suas admoestações aos tessalonicenses, Paulo explica que os crentes terão “alívio” da tribulação desta era presente “quando do céu se manifestar o Senhor Jesus Cristo com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus. . .” (2 Tess 1:7-8). Em outras palavras, os crentes experimentarão libertação dos sofrimentos desta era, não mediante um arrebatamento secreto, mas por ocasião da revelação pós-tribulacional de Cristo.

No segundo capítulo Paulo refuta as concepções errôneas que prevaleciam entre os tessalonicenses de que o dia do Senhor havia vindo. Para refutar esse equívoco ele cita dois eventos principais que deveriam dar-se antes da Vinda do Senhor, ou seja, a rebelião e o aparecimento do “homem da iniqüidade” (2 Tess 2:3) que perseguiria o povo de Deus.

O que é crucial nesta passagem é que Paulo não faz menção de um arrebatamento pré-tribulacional como um precedente necessário para a Vinda do Senhor. Contudo, este seria o argumento mais forte que Paulo poderia apresentar para provar aos tessalonicenses que o dia do Senhor não poderia possivelmente ter vindo, uma vez que o seu arrebatamento para fora deste mundo ainda não tivera lugar. A omissão de Paulo desse argumento vital sugere fortemente que Paulo não cria num arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.

Esta conclusão também é apoiada pela menção por Paulo do aparecimento do anticristo-um evento indicutivelmente tribulacional que os crentes verão antes da vinda do Senhor. Se Paulo esperasse que a Igreja fosse arrebatada deste mundo antes da tribulação causada pelo aparecimento do anticristo, ele dificilmente teria ensinado que os crentes veriam tal evento antes da vinda do Senhor. Que interesse os tessalonicenses teriam no aparecimento do anticristo, juntamente com a tribulação que o acompanharia, se devessem ser arrebatados para longe desta Terra antes de esses eventos terem lugar? Assim, tanto por sua omissão quanto por sua afirmação, Paulo nega o ponto de vista de um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.

Nenhum Arrebatamento Pré-Tribulacional no Apocalipse. O livro de Apocalipse trata em maiores detalhes do que qualquer outro livro do Novo Testamento dos eventos associados com a grande tribulação, tais como o soar das sete trombetas, o aparecimento da besta que inflige uma terrível perseguição sobre os santos de Deus, e o derramamento das sete últimas pragas (Apoc. 8 a 16). Conquanto João descreva em grande detalhe os eventos tribulacionais, ele nunca menciona ou sugere um Advento de Cristo secreto e pré-tribulacional para levar embora a Igreja. Isto surpreende muito, em vista de que o expresso propósito de João é instruir as Igrejas com respeito aos eventos finais.

João explicitamente menciona uma incontável multidão de crentes que passarão pela grande tribulação. “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras, e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Apoc. 7:14). Os pré-tribulacionistas argumentam que esses crentes são somente da raça judaica, supostamente em vista de que a Igreja em Apocalipse 4 a 19 não mais está sobre a Terra, mas no céu. Tal raciocínio perde o seu crédito, primeiramente pelo fato de que em parte alguma João diferencia entre os santos na tribulação que sejam judeus ou gentios.

João explicitamente declara que os crentes vitoriosos da tribulação vêm de “toda nação, tribo, língua e povo” (Apoc. 7:9). Esta frase ocorre repetidamente no Apocalipse para designar não exclusivamente os judeus, mas inclusivamente todo membro da família humana (Apoc. 5:9; 10:11; 13:7; 14:6). O Cordeiro, por exemplo, é louvado pelos 24 anciãos por ter resgatado homens “de toda tribo e língua e povo e nação” (Apoc. 5:9). Obviamente, Cristo não resgatou somente judeus, mas pessoas de todas as raças.

Êxtase de João, Não Arrebatamento da Igreja. O argumento de que a Igreja em Apocalipse 4 a 19 está no céu baseia-se num falso pressuposto de que a ordem a João, “Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas cousas” (Apoc. 4:1) refere-se supostamente ao arrebatamento da Igreja no céu. Esta é uma interpretação sem fundamento, porque o texto não fala do arrebatamento da Igreja, mas da experiência visionária extática de João. Até mesmo John F. Walvoord, destacado pré-tribulacionista, reconhece abertamente que “não há autoridade para ligar o arrebatamento com esta expressão”. [1]

As semelhanças entre as admoestações dadas nas cartas às sete Igrejas e as que são dadas aos santos que enfrentam a tribulação sugerem que os dois são essencialmente o mesmo povo. Por exemplo, quatro vezes nas sete cartas a necessidade para “suportar” é realçada (Apoc. 2:2, 3, 19; 3:10), e se espera a mesma qualidade dos santos que passam pela tribulação (Apoc. 13:10; 14:12). Semelhantemente, a necessidade de “vencer”, expressa sete vezes nas cartas às Igrejas (Apoc. 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21), é o próprio atributo dos santos na tribulação “que venceram a besta e sua imagem” (Apoc. 15:2). Dificilmente se conceberia que João tencionava atribuir as mesmas características a dois grupos diferentes de pessoas.

A Igreja Sofre a Tribulação, Mas Não a Ira Divina. Em Apocalipse 22:16 Jesus reivindica ter enviado o Seu anjo a João “para testificar estas cousas à Igreja”. É difícil ver como as mensagens dadas pelo anjo a João poderiam ser um testemunho para as Igrejas, se a Igreja não está diretamente envolvida na maior parte dos eventos descritos no livro (Apoc. 4 a 19).

O ponto básico da questão é que a Igreja em Apocalipse sofrerá perseguição por poderes satânicos durante a tribulação final, mas não sofrerá a ira divina. A ira divina, que é retratada pelas sete pragas apocalípticas, não é derramada indiscriminadamente sobre todos, mas seletivamente sobre aqueles que são “portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (Apoc. 16:2; cf. 14:9-10).

Tal como os antigos israelitas desfrutaram da proteção de Deus durante as dez pragas (Êxo. 11:7), assim o povo de Deus será protegido quando Sua ira divina cair sobre os ímpios. Essa divina proteção é representada em Apocalipse por um anjo que sela os servos de Deus em suas testas (Apoc. 7:3) de modo a que sejam poupados quando a ira de Deus sobrevir sobre os impenitentes (Apoc. 9:4). Por fim, o povo de Deus será resgatado pelo glorioso Retorno de Cristo (Apoc. 16:15; 19:11-21). Destarte, a Revelação não retrata um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja, mas um Retorno pós-tribulacional de Cristo.

Conclusão. À luz das razões acima discutidas, concluímos que o ensino popular de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja antes da tribulação final é um sinal errado do Tempo do fim destituído de qualquer respaldo bíblico. Tal crença torna a Deus culpado de chocante discriminação, por dar tratamento preferencial à Igreja que é removida da Terra antes da tribulação final reservada aos judeus. As Escrituras ensinam que a Segunda Vinda de Cristo é um evento único que ocorre após a grande tribulação e será experimentada pelos crentes de todas as eras e de todas as raças. Esta é a Bendita Esperança que une “toda nação, e tribo, e língua e povo” (Apoc. 14:6).

Referências:

1. John F. Walvoord, The Revelation of Jesus Christ (Chicago, 1966), p. 103.

Fonte: Pesquisa no Google





UMA LUZ DENTRO DE MIM

13 01 2009

OBJETIVOS DO PROGRAMA
1- DEMONSTRAR POR DIVERSAS FORMAS QUE DEUS É A FONTE DE LUZ.
2- MOTIVAR E DESAFIAR A JUVENTUDE A SEREM REFLETORES DESSA LUZ
ATRAVÉS DO TESTEMUNHO DIRETO E DE UMA VIDA CRISTÃ AUTÊNTICA.

Planos para o Programa
Para melhor efeito e impacto, seria interessante que este programa fosse apresentado à noite.

Introdução – Um Mundo sem Luz

Um garoto, no papel de estudante, entra por um corredor pela parte de trás da igreja como se estivesse numa rua. No outro corredor, entra alguém no papel de um professor ateu, que de longe chama o garoto; eles se encontram, se cumprimentam e começa o diálogo enquanto caminham lentamente em direção a frente da igreja:
– Desde a nossa última aula, estou querendo perguntar uma coisa a você que se diz cristão: Deus criou tudo que há no Universo?
O estudante responde corajosamente:
– Sim, Ele criou!
– Deus criou tudo, mesmo?
– Sim, professor, Deus criou tudo que existe.
O professor replicou
– Se Deus criou todas as coisas, então Deus criou o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau!

Narração: O estudante em silêncio, concentrado, procura achar uma saída para esse dilema e pensa como poderia responder a essa questão tão intrigante.

O Professor, certo de ter dado um xeque-mate no garoto, se vangloria de haver provado uma vez mais que Deus é apenas um mito, Deus não existe.
Finalmente o garoto descobriu o que dizer.

– Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
– Sem dúvida – responde o professor.
– Professor, a escuridão existe?
O professor responde:
– Mas é claro que sim.
O estudante fala:
– Na realidade o senhor está enganado, a escuridão não existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton, decompõe a luz branca nas várias cores que ela é composta, de acordo com os seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não.

Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz então para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é apenas um termo para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Enquanto o professor pondera, o jovem estudante pergunta ao professor:
– Diga, professor, o mal existe?
Ele responde:
– Claro que existe. Como eu disse no início da nossa conversa, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas provam que o mal existe.
Então o estudante concluiu:
– O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É apenas um termo para descrever em linguagem humana o que acontece na ausência de Deus. Ele não criou o mal. O mal surge quando Deus não está presente no coração das pessoas. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

Nesse instante exato as luzes da igreja são apagadas de uma só vez (cobrir janelas com plástico preto) deixando todos numa completa, momentânea mas incômoda escuridão. Uma voz em off narra o começo da criação (Gen.1:1-3): “No principio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz”.

Nesse instante exato um canhão de luz (refletor) incide sobre um telão de projeção. A intenção é causar um impacto do contraste entre a completa escuridão e uma forte luz. Logo a seguir é projetado na tela uma apresentação em power-point sobre as maravilhas da natureza (obviamente o canhão ou refletor é desligado em sincronia com o começo da projeção). Durante a projeção entra uma narração em off (ler pausadamente em compasso com os slides):

– A luz foi a primeira demonstração visível da presença de Deus nesse mundo. A partir da luz a vida começou a surgir em todo seu encanto, exuberância e diversidade. Ainda hoje, a despeito do pecado, ficamos extasiados diante da imponência majestosa das obras criadas e somos levados a imaginar: se aqui nos maravilhamos com tanta beleza, com tantas cores e cenários espetaculares quão lindo então deve ser o céu?
Música especial referente ao tema.

Sermonete

(5-10 minutos) sobre a vinda da Luz – Jesus – ao mundo enfatizando 3 aspectos:
1- Jesus é a Luz que veio para salvar o mundo do poder das trevas: João 1:4,5; 8:12; 12:46.
2- Quem não aceita a Luz permanece nas trevas e se torna cego para a realidade do pecado, da vida presente e da vida futura: João 3:19,20; Mat. 6:23; Apoc. 3:17.
3- Uma Luz dentro de mim: O compromisso de sermos os refletores dessa Luz: Mat. 5:14-16. Quanto mais escuro é o mundo, mais fácil é brilhar por menor que seja a nossa luz”!

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O FOTOTROPISMO DOS JOVENS

11 01 2009

Introdução

Feita pelo líder dos Jovens – 5 minutos.
O que eu faço para brilhar em 2009? O que você deve fazer para brilhar em 2009? O que nós devemos fazer para brilhar em 2009?

Há um fenômeno natural chamado fototropismo, onde os insetos são atraídos para o brilho da luz. É quase certo, onde há luz, há insetos. As tendas dos circos usam essa mesma ‘arma’, esse mesmo artifício, pois sabem que a luz atrai. Jesus tinha na Sua vida outro fototropismo – o do amor, Ele disse: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo.” (João 12:32). É o glorioso magnetismo do amor da cruz de Jesus por você!

É interessante dizermos que a lâmpada não tem luz em si mesma, ela apenas reflete a energia que vem da fonte geradora. Assim deve ser o jovem adventista, ele deve apenas refletir a luz que emana de Jesus, e a forma mais interessante de brilharmos por Jesus é através das ‘boas obras’. Vamos apresentar a partir de agora algumas sugestões para você brilhar por Jesus em 2009:

1. Receba e acumule energia da fonte inesgotável

(Deve ser feita por um adulto vestido de eletricista – 5 minutos.)

Cada manhã você precisará refazer as suas energias espirituais, você não deveria ver o rosto do dia, sem primeiro ver a face de Jesus. Com esse desejo no coração o salmista diz: “Antecipo-me ao alvorecer do dia e clamo; na tua palavra, espero confiante.” (Sal. 119:147). Que o seu rosto brilhe cada manhã, assim como brilhava o rosto de Moisés ao descer do monte Sinai. É o contato diário com Jesus que fará o seu rosto brilhar. O próprio Jesus disse: “… Eu sou a luz do mundo…” (João 8:12). É importante frisar que Jesus não tem a luz, Ele é a própria luz, e quem O segue não andará nas trevas. Vamos atrair outros jovens pra Jesus!

Música especial

Aqui devemos ter uma mensagem musical cujo tema principal tenha a ver com “luz” ou “brilho” – 5 minutos.

2. Acenda sua Lâmpada

(Uma jovem entra com uma grande Bíblia aberta e pergunta: Vamos acender a nossa lâmpada agora? – 5 minutos.)

É hora de acendermos as luzes, abra a sua Bíblia junto comigo, no Salmo 119:105: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos.” Os pés aqui representam os lugares onde nós andamos e freqüentamos a cada dia, será que esses ambientes que nós visitamos são aprovados pela nossa Lâmpada? Os pés aqui também representam as decisões da vida, será que as nossas decisões estão sendo guiadas pela Palavra de Deus?

A Bíblia fechada numa estante ou guardada numa gaveta é apenas mais um livro comum. E assim ela não brilha. Agora, quando a Bíblia está aberta diante das multidões surge à expectativa para se ouvir a voz de Deus em ação. Que os jovens ao procurarem a luz encontrem Jesus!
“Ao tomar a Bíblia nas mãos, lembrai-vos de que estais sobre terra santa. Há anjos ao vosso redor, que poderíeis ver se fossem abertos os vossos olhos.” Fundamentos da Educação Cristã. Pág. 195. Vamos atrair outros jovens para a Bíblia.

Concurso bíblico

Aqui devemos ter um concurso bíblico sobre “luz” na Bíblia e o prêmio deveria ser uma linda Bíblia – 10 minutos.

3. Multiplique a sua luz

(Um juvenil pregador deve entrar com uma vela acesa na mão, ele poderá acender uma lâmpada, uma lamparina e uma vela todas postas à frente, e ele já entra falando – 5 minutos.)

A melhor forma de multiplicar a sua luz é dividindoa com outros juvenis e jovens (acendem-se as velas).

Não enterre os seus talentos, ao contrário, multipliqueos a cada dia, usando-os para glória de Deus e para o seu crescimento espiritual. É vital dizermos que enquanto você compartilha a sua luz com outros juvenis e jovens, você mesmo estará iluminando o seu próprio caminho. Aqui surgem duas grandes perguntas vitais: Com o que eu devo iluminar o meu caminho? E Como eu devo iluminar a minha vida? É hora de iluminar outros jovens para Jesus!

É hora de acender a lâmpada – as boas ações diante de outros jovens, é hora de abrirmos a Bíblia diante de outros jovens. A Bíblia atrai porque transforma vidas pra melhor.

Conclusão

Juntos, os três oradores repetem as suas frases especiais e depois os três dizem juntos a mesma frase que é: Vamos atrair outros jovens pra Jesus! Esse é o fototropismo dos jovens adventistas do sétimo dia.
Termine cantando o hino tema do ano de 2009: “Brilha em Mim.”

Fonte: Ação Jovem 1º Trimestre de 2009








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