Revista Ação Jovem – 3° Trimestre de 2009

13 05 2010

Queremos agradecer mais uma vez ao  ao Flávio Kopitar que é o Programador Visual da Revista  Ação Jovem, e nos enviou mais algumas revistas digitalizadas para disponibilizarmos para vocês.

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Revista Ação Jovem – 4° Trimestre de 2009

28 04 2010

Queremos agradecer mais uma vez ao  ao Flávio Kopitar que é o Programador Visual da Revista  Ação Jovem, e nos enviou mais algumas revistas digitalizadas para disponibilizarmos para vocês.

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Revista Ação Jovem – 1° Trimestre de 2010

23 03 2010

Oba! agora temos a Revista Ação Jovem disponibilizada digitalmente, queremos agradecer ao Flávio Kopitar que é o Programador Visual da Revista  Ação Jovem.

Revista Página por Página (mais facil imprimir)

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Revista Aberta (folhas duplas)

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Revista Ação Jovem 2° trimestre de 2010

23 03 2010

Oba! agora temos a Revista Ação Jovem disponibilizada digitalmente, queremos agradecer ao Flávio Kopitar que é o Programador Visual da Revista  Ação Jovem, e agradece-lo também pelo elogio ao nosso site/blog.

Revista Página por Página (mais facil imprimir)

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Revista Aberta

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Bili & Tom – O bê-a-bá do JA – Os 7 Modulos

25 01 2009

Se você acha que falta variações no seu Culto Jovem, “seus problemas acabaram”

Ideias para variar no conteudo, sem perder a essencia do seu culto Jovem,

Bíblia – 5 min

1) Texto escolhido na linguagem de hoje – Bíblia Jovem Amigo.

2) Concurso Bíblico.

3) Versões diferentes (explicar).

4) Bíblia mais antiga/nova.

5) Textos difíceis.

6) 3 pessoas falam o verso favorito e por quê.

7) Curiosidades Bíblicas.

8 ) Todos lendo em voz alta um verso especial.

9) História de como a Bíblia transforma vidas.

10) Sugestões de quem lê Bíblia com prazer.

Incentivo – 5 min

1) Ano Bíblico.

2) Meditação Matinal.

3) Lição da Escola Sabatina.

4) Livros do clube de leitura dos jovens e juvenis.

5) Culto do lar.

6) Culto do pôr-do-sol.

7) Inspiração Juvenil.

8 ) Presença e pontualidade nos cultos.

9) Livros do Espírito de Profecia.

Louvor – 5 min

1) Cântico congregacional.

2) Música especial.

3) Ensinar cântico novo.

4) Dados sobre música (rock, popular, etc.).

5) Louvor na Bíblia (Salmos, danças, instrumentos, palmas).

6) Talento musical.

7) Noções elementares sobre a música.

8 ) Projeto serenata (a ex-adventistas).

9) Concurso musical.

10) Conhecendo instrumentos musicais.

Informação – 5 min

1) Tema do próximo programa.

2) Data pic-nic, excursão, congresso, campal, etc.

3) Próxima social.

4) Resultados das atividades dos jovens.

5) Jornal JA, Notijovem.

6) Dados adventistas mundiais.

7) Atualidades úteis.

8 ) Profissão, escolha a sua.

9) A voz do profissional.

10) Conhecendo nossas igrejas e instituições.

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QUANDO E POR QUE ELA APARECE?

15 01 2009

AUTOR: LÉO FONTES, ES

OBJETIVOS DO PROGRAMA: MOSTRAR AOS CORAÇÕES QUE SOFREM PELA SAUDADE, SEJA POR QUAL MOTIVO FOR, QUE COM ESPERANÇA DEPOSITADA EM CRISTO PODE-SE VIVER MELHOR.

Planos para o Programa : Dicas: Diga com palavras simples, ou um poema, algo sobre a esperança. Peça que cada jovem olhe para o jovem ao lado e diga: “Em Cristo, sua saudade será preenchida”. Promova um trabalho de resgate para trazer de volta aqueles jovens que se afastaram, e deixaram saudade.

Introdução
Quem nunca a sentiu ou conviveu com ela? Há quem pense que a saudade aparece apenas em momentos de calmaria, quando se está sozinho.

Geralmente a saudade dá as caras de forma mais intensa quando paramos um pouco, ou quando repousamos a cabeça sobre o travesseiro. É no momento que nos silenciamos que a saudade fala alto, mas há estágios mais intensos em que ela acessa o coração mesmo em horas agitadas ou em meio a uma multidão.

Quando?

Ao contrário do que muitos acreditam, a saudade não escolhe hora, lugar, e nem é conveniente em algumas vezes. Às vezes, o que menos queremos é sermos lembrados do vazio provocador da saudade.

Por quê?

É fácil saber a razão de sentirmos saudade. Pode ser:
– a ausência de alguém,
– a destituição de um posto de respeito,
– status perdido,
– bens materiais que de alguma forma foram levados,
– o tempo que passou e não volta.

A vilã em questão dificilmente é bem-vinda. Ela só é percebida pela lacuna que cria na alma. É a perda de algo ou alguém que tínhamos ao nosso lado que assalta por vezes nosso estado de espírito e nos lança para baixo, nos fazendo sentir uma forte saudade. Existem pessoas que gostam de sentir saudade, seja qual for o motivo.

O remédio

Existe um ponto de vista mais saudável e libertador: nos livramos da saudade por já termos preenchido com coisas boas o vazio antes existente.

Já temos uma idéia do que causa a saudade, agora é importante saber o que fazer para preencher vazios ou aliviar dores.

Não é possível voltar no tempo e refazer as coisas de outro jeito, mas é perfeitamente possível recomeçar de outro modo, visando alcançar sucesso.

A esperança é um ótimo antídoto para aliviar a saudade. O que não pode ser esquecido é que a esperança não está no passado, em coisas ou neste mundo.

Não é bom sentir saudade, mesmo que ela seja um sentimento nobre. Lembrar de situações bem humoradas, recordar momentos de vitória e superação, são boas lembranças e nos fazem bem se não almejarmos voltar no tempo a fim de revivê-las. A esperança é um excelente substitutivo para a saudade,
ela é capaz de direcionar vidas ao verdadeiro sucesso.

Desafio

Quero estender a você um desafio que é maravilhoso se alcançado, troque a saudade pela esperança, permita ao seu coração o alívio real de se firmar nas promessas de uma nova vida, em um lugar onde seremos restituídos de todas as perdas e viveremos um sonho real e eterno.

No Céu teremos mais do que novas oportunidades, não apenas viveremos para sempre, mas nos será dada uma nova vida, não precisaremos querer voltar no tempo para reviver algo de bom que ficou para trás.

Lá nossos corações não estarão desejosos de novas oportunidades, porque não há nada que possa ser mais excelente do que viver eternamente ao lado de Cristo tendo conosco queridos.
Todo dia ficaremos estupefatos por nos sentirmos tão amados e recompensados por termos depositado em Cristo nossa esperança.

Convite

Seja íntimo de Jesus, fale com Ele como você conversa com seu melhor amigo, tenha nEle o seu melhor amigo. Para ser respeitoso não precisa ser formal, ou usar sempre as mesmas palavras, experimente falar o que você realmente sente, e diga as coisas que não gosta. Fale de seu desejo de ser alguém melhor para exaltá-lo, esqueça as orações préformatadas, e converse com Cristo, porque Ele além de Senhor e Deus, é seu Grande Amigo.

Fonte: Revista Ação Jovem 1º trimestre de 2009





ENTENDES JOÃO 3:16?

15 01 2009

OBJETIVOS DO PROGRAMA – DESENVOLVER A SOLIDARIEDADE NOS JOVENS.

DIA 31/01 – DIA DA SOLIDARIEDADE
AUTOR: DESCONHECIDO

Planos para o Programa
No mesmo dia deste programa, organize com os jovens da igreja uma visita a um asilo, orfanato ou hospital.
Faça uma campanha com a igreja para arrecadar alimentos, roupas e brinquedos para doação.

A história a seguir pode ser narrada ou representada,como você achar melhor.

João 3:16

Numa noite fria de fim de inverno, em uma grande cidade, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas para conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava. Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas. Sem que ele percebesse, um policial se aproximou.
– Está perdido, filho?
O garoto respondeu:
– Só estou pensando onde vou passar a noite hoje.
Normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível. O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?

O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo.
– Se você descer por esta rua (disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda) lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga ‘João 3:16’.

Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa.
– “João 3:16”, disse ele, sem entender direito.
– Entre, meu filho. A voz era meiga e agradável.

Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga,
bem ao lado de um velho fogão de lenha, aceso.
– Sente-se, filho, e espere um instantinho, tá?

O garoto se sentou e, enquanto observava a velha e bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo:
“João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio”.
Pouco tempo depois a mulher voltou.
– Você está com fome? Perguntou ela.
– Estou um pouquinho, sim, há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar…

A mulher então o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não agüentar mais.
Então ele pensou consigo mesmo: “João 3:16. Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto”.

Depois a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um banheiro com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: “João 3:16. Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo.”

Cerca de meia hora depois, a velha e bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo:
“João 3:16…Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado”.

No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável.

– Você entende João 3:16, filho?
– Não, senhora, eu não entendo. A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite, um policial que falou.
Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus.

E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face a baixo, ele pensou consigo mesmo: “João 3:16… ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro”.

Eu tenho de confessar uma coisa, eu também não entendo como Deus pôde mandar Seu Filho para morrer por nós e também não entendo como Jesus concordou com tal coisa. Eu não compreendo a agonia do Pai e de todos os anjos no Céu enquanto viam Jesus sofrer e morrer por nós. Eu não entendo esse imenso amor que Jesus teve por nós, a ponto de ser crucificado na cruz.
Eu não entendo muito bem, mas estou certo que isso faz a vida valer a pena! Pois Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16).

Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo.
Aquele que crer em Jesus não será condenado, mas terá a vida eterna!

Fonte: Revista Ação Jovem 1º trimestre de 2009





UMA LUZ DENTRO DE MIM

13 01 2009

OBJETIVOS DO PROGRAMA
1- DEMONSTRAR POR DIVERSAS FORMAS QUE DEUS É A FONTE DE LUZ.
2- MOTIVAR E DESAFIAR A JUVENTUDE A SEREM REFLETORES DESSA LUZ
ATRAVÉS DO TESTEMUNHO DIRETO E DE UMA VIDA CRISTÃ AUTÊNTICA.

Planos para o Programa
Para melhor efeito e impacto, seria interessante que este programa fosse apresentado à noite.

Introdução – Um Mundo sem Luz

Um garoto, no papel de estudante, entra por um corredor pela parte de trás da igreja como se estivesse numa rua. No outro corredor, entra alguém no papel de um professor ateu, que de longe chama o garoto; eles se encontram, se cumprimentam e começa o diálogo enquanto caminham lentamente em direção a frente da igreja:
– Desde a nossa última aula, estou querendo perguntar uma coisa a você que se diz cristão: Deus criou tudo que há no Universo?
O estudante responde corajosamente:
– Sim, Ele criou!
– Deus criou tudo, mesmo?
– Sim, professor, Deus criou tudo que existe.
O professor replicou
– Se Deus criou todas as coisas, então Deus criou o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau!

Narração: O estudante em silêncio, concentrado, procura achar uma saída para esse dilema e pensa como poderia responder a essa questão tão intrigante.

O Professor, certo de ter dado um xeque-mate no garoto, se vangloria de haver provado uma vez mais que Deus é apenas um mito, Deus não existe.
Finalmente o garoto descobriu o que dizer.

– Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
– Sem dúvida – responde o professor.
– Professor, a escuridão existe?
O professor responde:
– Mas é claro que sim.
O estudante fala:
– Na realidade o senhor está enganado, a escuridão não existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton, decompõe a luz branca nas várias cores que ela é composta, de acordo com os seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não.

Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz então para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é apenas um termo para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Enquanto o professor pondera, o jovem estudante pergunta ao professor:
– Diga, professor, o mal existe?
Ele responde:
– Claro que existe. Como eu disse no início da nossa conversa, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas provam que o mal existe.
Então o estudante concluiu:
– O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É apenas um termo para descrever em linguagem humana o que acontece na ausência de Deus. Ele não criou o mal. O mal surge quando Deus não está presente no coração das pessoas. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

Nesse instante exato as luzes da igreja são apagadas de uma só vez (cobrir janelas com plástico preto) deixando todos numa completa, momentânea mas incômoda escuridão. Uma voz em off narra o começo da criação (Gen.1:1-3): “No principio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz”.

Nesse instante exato um canhão de luz (refletor) incide sobre um telão de projeção. A intenção é causar um impacto do contraste entre a completa escuridão e uma forte luz. Logo a seguir é projetado na tela uma apresentação em power-point sobre as maravilhas da natureza (obviamente o canhão ou refletor é desligado em sincronia com o começo da projeção). Durante a projeção entra uma narração em off (ler pausadamente em compasso com os slides):

– A luz foi a primeira demonstração visível da presença de Deus nesse mundo. A partir da luz a vida começou a surgir em todo seu encanto, exuberância e diversidade. Ainda hoje, a despeito do pecado, ficamos extasiados diante da imponência majestosa das obras criadas e somos levados a imaginar: se aqui nos maravilhamos com tanta beleza, com tantas cores e cenários espetaculares quão lindo então deve ser o céu?
Música especial referente ao tema.

Sermonete

(5-10 minutos) sobre a vinda da Luz – Jesus – ao mundo enfatizando 3 aspectos:
1- Jesus é a Luz que veio para salvar o mundo do poder das trevas: João 1:4,5; 8:12; 12:46.
2- Quem não aceita a Luz permanece nas trevas e se torna cego para a realidade do pecado, da vida presente e da vida futura: João 3:19,20; Mat. 6:23; Apoc. 3:17.
3- Uma Luz dentro de mim: O compromisso de sermos os refletores dessa Luz: Mat. 5:14-16. Quanto mais escuro é o mundo, mais fácil é brilhar por menor que seja a nossa luz”!

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QUE VALOR VOCÊ TEM?

13 01 2009

OBJETIVOS DO PROGRAMA
CONCEITUAR A VISÃO HUMANA E SECULARIZADA ATRAVÉS DOS PILARES QUE DETERMINAM O VALOR DE UMA PESSOA E LEVAR OS JOVENS A ENTENDEREM SEU VALOR DIANTE DE DEUS MESMO FACE ÀS INCERTEZAS ATINENTES AO PERÍODO QUE ESTÃO VIVENDO.

Planos para o Programa
Conseguir quatro equipes (2 ou 3 pessoas no máximo em cada equipe). Três equipes representarão, segundo a visão humana, os pilares que determinam o valor de uma pessoa. A quarta equipe representará, segundo a visão divina, o pilar que determina nosso valor.

Introdução

(Pode ser feita por uma pessoa ou voz gravada)
A maioria das pessoas tem prazer em ser alvo de um elogio ou destacadas por algo grandioso que tenham feito. No mundo em que vivemos o segundo lugar quase não tem importância. Mas repare o texto que um autor desconhecido escreveu:

Eu não sou demais.
Porque tudo o que é demais sobra…
Tudo que sobra é resto.
E tudo que é resto vai pro lixo.
Então…
Eu sou de menos.
Porque tudo que é de menos é pouco.
Tudo que é pouco é raro.
E tudo que é raro é bem mais especial.
Leitura Bíblica Isaias 43:4

Pilares Humanos*

1o – Meu valor é estabelecido por aquilo que tenho (Abordagem das posses)

“Uma das maneiras pelas quais as pessoas procuram construir seu valor próprio é através do acúmulo de bens… Cada vez mais, a idéia das pessoas acerca do significado e valor da vida é moldada pelo cinema e pelos programas de televisão.”
Trazer para casa um novo aparelho de TV é muito legal;
Dirigir um carro zero então nem se fala;
Colocar a roupa e o tênis da moda gera uma sensação agradável.
O problema é quando a base se rompe:
O aparelho de TV fica obsoleto.
As montadoras logo lançam um novo modelo de carro no mercado.
O tênis sai de moda.
Se nossos recursos são limitados ficamos frustrados, se temos condições de sobra os bens já não possuem o mesmo valor.
Seja como for, este pilar não serve como base para determinar o valor de uma pessoa.

2o – Meu valor é estabelecido por aquilo que sou (Abordagem do desenvolvimento pessoal)

“A segunda maneira com a qual as pessoas buscam construir seu próprio valor é a abordagem do desenvolvimento pessoal… [Tais pessoas] medem seu valor em termos de quão bem realizam certas coisas.”
Os rapazes buscam de forma desenfreada as academias para ficarem “sarados”.
As moças procuram o “corpo perfeito”.
Uns procuram ser os melhores da turma.
O melhor jogador.
A melhor atleta ou ginasta.
E há os que se satisfazem através de um cargo de prestígio.

Quando o desempenho não é tudo

Seja como for, logo que se alcança o alvo desejado as pessoas percebem que o valor da conquista não é tão grande como se poderia pensar. Caso contrário os portadores de títulos e doutorados seriam as pessoas mais felizes do mundo. E isso não é verdade.

3o – Meu valor é estabelecido pelas pessoas importantes que conheço

(Abordagem do Relacionamento)
“O terceiro modo pelo qual as pessoas avaliam seu valor como seres humanos é pelas opiniões que os outros têm a respeito delas e pela maneira como os outros se comportam em relação a elas.”
Temos uma tendência maior em esperar bons relacionamentos.
Há um forte desejo de fazer parte do grupo e ser aceito por ele.
Quem não gostaria de ter um amigo importante?
Até mudamos nosso comportamento quando estamos próximos a ele. Sentimos uma tremenda satisfação ao sermos vistos com tais pessoas;

Quando as pessoas o decepcionam

“Esperar dos outros o senso de valor pessoal pode ser nocivo, tanto a eles como a nós” .
Como se isso não bastasse, as pessoas mudam de cidades, deixam de ser importantes e até morrem um dia. Se nosso senso de valor pessoal está alicerçado em um outro ser humano corremos o risco de sair machucados.

O Pilar de Deus A relação perfeita

(Um parceiro ideal)
Só vamos entender o valor que temos, quando entendermos o valor que temos para Deus.
Diz Ellen. G. White – “O Senhor fica decepcionado quando Seu povo se estima a si mesmo como de pouco valor. ” DTN 621
Jesus é o parceiro perfeito e que preenche todos os pilares necessários para que eu entenda o valor que tenho como pessoa
Ele tem valor puro, genuíno e inerente – por isso pode nos ajudar;
Ele conhece tudo a nosso respeito – por isso não há segredos entre nós e Ele;
Ele nos ama como somos – por isso entende nossas fragilidades e deficiências;
Ele é eterno – por isso não morre nunca, podemos sempre contar com Ele!

Conclusão

“O genuíno valor pessoal significa que a vida oferece um tremendo senso de realização, sabendo que somos importantes para a única pessoa em nossa vida que é importante de verdade. JESUS!”
*Os pilares aqui expostos foram extraídos d livro “Deus no Mundo Real” de Jon Paulien -CPB, 1ª Ed.,2008.

Fonte: Revista Ação Jovem 1º Trimestre de 2009





QUE VALOR VOCÊ TEM?

11 01 2009

OBJETIVOS DO PROGRAMA
CONCEITUAR A VISÃO HUMANA E SECULARIZADA ATRAVÉS DOS PILARES QUE DETERMINAM O VALOR DE UMA PESSOA E LEVAR OS JOVENS A ENTENDEREM SEU VALOR DIANTE DE DEUS MESMO FACE ÀS INCERTEZAS ATINENTES AO PERÍODO QUE ESTÃO VIVENDO.

Planos para o Programa
Conseguir quatro equipes (2 ou 3 pessoas no máximo em cada equipe). Três equipes representarão, segundo a visão humana, os pilares que determinam o valor de uma pessoa. A quarta equipe representará, segundo a visão divina, o pilar que determina nosso valor.

Introdução

(Pode ser feita por uma pessoa ou voz gravada)
A maioria das pessoas tem prazer em ser alvo de um elogio ou destacadas por algo grandioso que tenham feito. No mundo em que vivemos o segundo lugar quase não tem importância. Mas repare o texto que um autor desconhecido escreveu:

Eu não sou demais.
Porque tudo o que é demais sobra…
Tudo que sobra é resto.
E tudo que é resto vai pro lixo.
Então…
Eu sou de menos.
Porque tudo que é de menos é pouco.
Tudo que é pouco é raro.
E tudo que é raro é bem mais especial.
Leitura Bíblica Isaias 43:4

Pilares Humanos*

1o – Meu valor é estabelecido por aquilo que tenho (Abordagem das posses)

“Uma das maneiras pelas quais as pessoas procuram construir seu valor próprio é através do acúmulo de bens… Cada vez mais, a idéia das pessoas acerca do significado e valor da vida é moldada pelo cinema e pelos programas de televisão.”
Trazer para casa um novo aparelho de TV é muito legal;
Dirigir um carro zero então nem se fala;
Colocar a roupa e o tênis da moda gera uma sensação agradável.
O problema é quando a base se rompe:
O aparelho de TV fica obsoleto.
As montadoras logo lançam um novo modelo de carro no mercado.
O tênis sai de moda.
Se nossos recursos são limitados ficamos frustrados, se temos condições de sobra os bens já não possuem o mesmo valor.
Seja como for, este pilar não serve como base para determinar o valor de uma pessoa.

2o – Meu valor é estabelecido por aquilo que sou (Abordagem do desenvolvimento pessoal)

“A segunda maneira com a qual as pessoas buscam construir seu próprio valor é a abordagem do desenvolvimento pessoal… [Tais pessoas] medem seu valor em termos de quão bem realizam certas coisas.”
Os rapazes buscam de forma desenfreada as academias para ficarem “sarados”.
As moças procuram o “corpo perfeito”.
Uns procuram ser os melhores da turma.
O melhor jogador.
A melhor atleta ou ginasta.
E há os que se satisfazem através de um cargo de prestígio.

Quando o desempenho não é tudo

Seja como for, logo que se alcança o alvo desejado as pessoas percebem que o valor da conquista não é tão grande como se poderia pensar. Caso contrário os portadores de títulos e doutorados seriam as pessoas mais felizes do mundo. E isso não é verdade.

3o – Meu valor é estabelecido pelas pessoas importantes que conheço

(Abordagem do Relacionamento)
“O terceiro modo pelo qual as pessoas avaliam seu valor como seres humanos é pelas opiniões que os outros têm a respeito delas e pela maneira como os outros se comportam em relação a elas.”
Temos uma tendência maior em esperar bons relacionamentos.
Há um forte desejo de fazer parte do grupo e ser aceito por ele.
Quem não gostaria de ter um amigo importante?
Até mudamos nosso comportamento quando estamos próximos a ele. Sentimos uma tremenda satisfação ao sermos vistos com tais pessoas;

Quando as pessoas o decepcionam

“Esperar dos outros o senso de valor pessoal pode ser nocivo, tanto a eles como a nós” .
Como se isso não bastasse, as pessoas mudam de cidades, deixam de ser importantes e até morrem um dia. Se nosso senso de valor pessoal está alicerçado em um outro ser humano corremos o risco de sair machucados.

O Pilar de Deus A relação perfeita

(Um parceiro ideal)
Só vamos entender o valor que temos, quando entendermos o valor que temos para Deus.
Diz Ellen. G. White – “O Senhor fica decepcionado quando Seu povo se estima a si mesmo como de pouco valor. ” DTN 621
Jesus é o parceiro perfeito e que preenche todos os pilares necessários para que eu entenda o valor que tenho como pessoa
Ele tem valor puro, genuíno e inerente – por isso pode nos ajudar;
Ele conhece tudo a nosso respeito – por isso não há segredos entre nós e Ele;
Ele nos ama como somos – por isso entende nossas fragilidades e deficiências;
Ele é eterno – por isso não morre nunca, podemos sempre contar com Ele!

Conclusão

“O genuíno valor pessoal significa que a vida oferece um tremendo senso de realização, sabendo que somos importantes para a única pessoa em nossa vida que é importante de verdade. JESUS!”
*Os pilares aqui expostos foram extraídos d livro “Deus no Mundo Real” de Jon Paulien -CPB, 1ª Ed.,2008.

Fonte: Revista Ação Jovem 1º trimestre de 2009








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