Vai Organizar um Grande Evento?

2 02 2010

A lista de eventos é um formulário que ajudará você a organizar os detalhes e reduzir as preocupações antes de realizar um evento.

Um grande evento sempre traz grandes preocupações, nenhum detalhe pode ser passado por alto. Com a lista abaixo, fica mais fácil verificar se tudo está preparado. A lista inclui itens básicos gerais, servindo apenas como modelo. Pode ser modificada de acordo com a necessidade de cada sociedade JA.

LISTA DE EVENTOS

PLANEJANDO REUNIÕES

  • Fichas para planejar reuniões da diretoria
  • Ficha do evento
  • Distribuição de tarefas
  • Números Telefônicos da comissão de planejamento

LUGAR DO EVENTO

  • Localidade
  • Pessoa a contatar e seus telefone
  • Custo
  • Mapa
  • Limpeza e preparação do lugar
  • Serviço de refeitório (lista separada)
  • Publicidade (lista separada)

LUGARES PROXIMOS AO EVENTO

  • Área de estacionamento
  • Guias de estacionamento
  • Estacionamento reservado
  • Segurança
  • Sistema de amplificação
  • Equipe audiovisual
  • Gravação de vídeo
  • Primeiros socorros
  • Telefones
  • Informações
  • Acesso para deficientes
  • Banheiros
  • Bebedouros
  • Procedimentos para comunicar mensagens de emergência

REFEITÓRIO

  • Serviço de refeitório
  • Quantidade de pessoas
  • Tickets para a refeição
  • Cardápio
  • Custo e procedimento de cobrança

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O Grande Exército de Jovens de Deus

29 01 2009

sxc.hu

sxc.hu

I – Realidade Atual:

 Gostaria que vocês imaginassem um exército. Um grande exército às vésperas de uma batalha. O inimigo está acampado bem do outro lado da colina, pronto para atacar, porém o exército em defesa enfrenta um terrível problema.

À medida que a hora do confronto se aproxima, um grande número de soldados começa a desertar. Um a um, escapam e desaparecem. Os oficiais comandantes chamam seus nomes escritos em seu registro, mas não há resposta. E então, com tristeza, balançam a cabeça e riscam o nome da lista. Novos recrutas são trazidos, mas mal conseguem cobrir o número de desertores. Os comandantes decretam medidas duras para evitar a fuga, mas nada parece ajudar.

Enquanto isso, os soldados que permaneceram se mantêm ocupados. E o que estão fazendo? Não estão marchando, treinando com suas armas ou fazendo ataques repentinos no território inimigo. Não. Foi-lhes ordenado que limpassem as latrinas e cavassem buracos – sem parar, dia após dia. Muitos deles reclamam. “Esse trabalho é tedioso e degradante, e sem nenhum objetivo também. “Há um inimigo bem atrás das colinas e por que não nos preparamos para lutar contra eles?”

Alguns soldados jovens unem-se ao exército, ansiosos para irem à batalha, mas depois de semanas e meses fazendo um trabalho sem sentido, sentem-se desanimados. “Entrei no exército errado!” Alguns exclamam enquanto depõem as armas e fogem durante a noite.

Os oficiais comandantes estão preocupados. Sabem que o inimigo está se aproximando e eles estão perdendo rapidamente um número cada vez maior de soldados. Como irão lutar com um exército desfalcado e desanimado? Alguns oficiais começam uma campanha para tornar o exército mais atrativo aos seus soldados.

Organizam partidas e jogos na tenda -refeitório; passam filmes todas as noites e organizam eventos esportivos. Os soldados apreciam o entretenimento, embora o número de desertores aumente cada vez mais. Mais tarde, quando lhes perguntaram por que abandonaram as fileiras, alguns dizem: “Sim, o entretenimento era bom, mas eu posso ir às festas e praticar esportes nas cidades vizinhas, e não tenho que me preocupar em usar uma farda ou comer a comida do exército. Por que eu deveria ficar no exército, só para me divertir?

Quando os oficiais se reúnem para decidir como devem lidar com a crise, sentemse desalentados. Examinam as estatísticas e o número de desertores continua a crescer, enquanto o número de recrutas é baixo e o ânimo é fraco. Porém, o mais grave é que atrás das colinas, eles podem ouvir o rufar distante dos tambores e o som agudo das trombetas. O inimigo está a caminho.

Hoje, eu pergunto a vocês, meus amigos, é este o quadro do nosso exército no amanhecer do século vinte e um? É este o exército da juventude adventista do sétimo dia?

Há mais de um século, Ellen G. White, a mensageira do Senhor, escreveu as palavras que têm sido o grito de conclamação para a obra da juventude desde então. A maioria de vocês conhece essas palavras e muitos as decoraram:

Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo!”

Nestas palavras extraídas do livro Educação, encontramos a missão do jovem adventista do sétimo dia. Nossa tarefa tem sido sempre preparar a juventude e enviá-la ao mundo todo para partilhar a mensagem de salvação. Temos um grande exército!

 Com um grande potencial – muito maior do que Ellen White jamais sonhou quando escreveu essas palavras.

Aqui estamos no início de um novo século, um novo milênio, à espera do combate, com o inimigo fazendo ataques diários em nosso território, pronto para deflagrar uma terrível carnificina contra nós. Onde está nosso exército? O que os soldados estão fazendo?

Em muitos lugares, com freqüência ao longo da história, os oficiais comandantes, têm enfrentado o problema que lhes descrevi nesta parábola. Muitos de nossos jovens estão desertando da igreja. Muitos dos que ficam estão descontentes e procurando algo mais. Dedicamos nossos esforços para mantê-los no acampamento, entretendo-os, mas isso não parece contribuir para que a maré de soldados desertores abaixe em nossas fileiras.

Por que o exército do qual falei momentos atrás continua a perder seus soldados?

Porque, embora o inimigo esteja perto, e a batalha prestes a eclodir, este exército não lhes deu nada útil ou significativo para fazer? Não os treinou para a batalha ou os enviou para a luta. Os soldados mantiveram-se ocupados fazendo trabalhos insignificantes ou envolvendo-se com entretenimentos vazios, ao invés de serem enviados a realizar a tarefa para a qual foram recrutados.

Os soldados abandonaram as fileiras porque estavam entediados! Os soldados envolvidos na luta, no calor da batalha, podem ter medo, cansaço, podem até mesmo estar feridos, mas dificilmente estarão entediados!

Amigos, quero desafiá-los hoje com esse quadro mental de um exército preparando-se para a batalha. Como um exército vitorioso prepara-se para a luta? Seus soldados são treinados! Sabem qual é o alvo a ser alcançado! Estão prontos para enfrentar o inimigo! E não fogem porque estão entediados, porque sentem que o exército é irrelevante ou porque seus esforços não são valorizados. Sabem que fazem parte de um time que trabalhará em união, até que a vitória seja alcançada!

Somos inspirados pelo nosso passado, somos chamados a moldar o nosso futuro.

Quando consideramos a história do movimento jovem adventista, vemos que nossos jovens pioneiros começaram com um clara visão da batalha que estavam lutando.

Líderes jovens adultos como Tiago e Ellen White, John Andrews, Annie e Uriah Smith começaram na adolescência e no início da juventude levaram o evangelho ao mundo.

Nenhum membro mais velho da igreja estava por perto para reprová-los ou preocuparse com a juventude – a juventude era a igreja! Os jovens eram soldados que lutavam na linha da frente, ocupados lutando cara a cara com o inimigo.

Alguns anos mais tarde, pioneiros como Luther Warren e Harry Fenner, quatorze e dezessete anos de idade, viram que a liderança da igreja estava envelhecendo e que os jovens cresciam na igreja sem ter um claro senso da obra que deveriam realizar.

Assim eles formaram um grupo que se transformou na primeira Sociedade de Jovens Adventistas. Ninguém lhes disse que eram jovens demais para terem sonhos grandes, planos grandes e grandes alvos. Sua visão e liderança foram os catalisadores para este exército de jovens que estão acampados ao nosso redor hoje.

II – Qual é o Nosso Desafio Hoje?

Nosso desafio hoje é revestir-nos do espírito de luta que tem inspirado alguns de nossos jovens e contagiar todo o exército com ele. Como uma pequena fagulha que, em contato com a palha seca, provoca um grande incêndio, queremos ver esta geração de jovens em chamas para Jesus, pronta para concluir Sua obra.

Como faremos isso? Em torno de dois alvos simples: Salvação e Serviço. Mais do que enfatizar como podemos manter a juventude na igreja, como vamos entretê-los, ou como vamos mantê-los longe de encrencas, vamos focalizar sua salvação – convidando-os a experimentar um relacionamento de salvação com Jesus Cristo. E vamos prepará-los para o serviço em suas comunidades e em seu mundo, de modo que possam se engajar na batalha, assim que se unirem ao exército.

Em termos práticos, o que isso significa?

  • Devemos tornar os jovens, discípulos conduzindo-os a um relacionamento com Jesus – que durará a vida toda. Precisamos mostrar-lhes que Jesus pode habitar em seu coração através do Espírito Santo – e não apenas durante uma Semana de Oração ou um congresso jovem, mas em todos os seus anos adolescentes, na fase adulta, e até o fim.
  • Precisamos lidar com os desafios de uma sociedade pós-moderna, de uma geração jovem pós-moderna que não mais considera as coisas em termos de absolutos, mas que tudo é relativo.

  • Precisamos planejar abordagens novas e criativas para ministrar e alcançar.

  • Os métodos que trouxeram alguns para a igreja há vinte anos, podem não mais funcionar hoje. Vamos encontrar novos meios para contar-lhes a velha, velha história – e deixem os jovens conduzir. Ninguém conhece mais do que eles o que apela à sua geração. Vamos parar de dar sermão e começar a ouvilos.

  • Precisamos usar todas as ferramentas que a tecnologia nos dá para alcançar a juventude. Temos uma geração de jovens que cresceram na frente de uma tela de computador. Se não os alcançarmos através dessas telas, perderemos a chance de comunicação com muitos deles.

  • Devemos encontrar novos caminhos para transmitir os valores e estilo de vida de nossa igreja aos jovens, de modo que lhes pareçam significativos. Nosso alvo deve ser sempre moldar os jovens à semelhança de Cristo – ajudando-os na obra de recriar Sua imagem neles. Como igreja, precisamos definir nossas prioridades em termos de deixar os valores mais importantes como legado às novas gerações. Para isso, precisamos produzir materiais para ajudá-los a compreender nossos valores e aceitá-los como seus.

  • Precisamos nos apropriar das poderosas mensagens que foram dadas à igreja, através do ministério profético de Ellen G. White, e torná-las acessíveis e significativas à nova geração. Para muitos jovens, ler os escritos da Sra. White é como ler em língua estrangeira. Precisamos tornar esses escritos disponíveis em linguagem atual e incentivar nossos jovens a lê-los.

  • Precisamos continuar a usar e expandir os programas que estão funcionando bem em nossa igreja – Desbravadores, Aventureiros, Sociedades JA – assim como devemos buscar idéias novas, novas abordagens. As necessidades de nossos jovens e adolescentes de 16 anos em diante clamam a nós.

  • Precisamos desenvolver abordagens que lhes oferecerão salvação e capacitação para o serviço.

  • Precisamos enfatizar o quanto nossos jovens podem fazer para partilhar o amor de Jesus em regiões com necessidades especiais. Vocês já ouviram falar na “janela 10/40” – a região do mundo que os líderes cristãos identificaram como a que tem menor índice de penetração do cristianismo? Este é um desafio evangelístico para a nova geração – e a nossa geração deve ser aquela que abrirá o caminho!

  • Devemos dar ao evangelismo o primeiro lugar em cada nível do ministério jovem. Esta é a nossa missão!

 III – O que a Igreja deve Fazer:

Se quisermos ver nossa herança adventista do sétimo dia, nossos valores, nossos sonhos de levar ao mundo a mensagem do Salvador – se quisermos ver essas coisas vivas em nossa geração, então dediquem-se irrestritamente a nutrir espiritualmente, liderar e amar a presente geração de jovens!

No tempo de Moisés, o povo de Deus enfrentou um inimigo – o poderoso Faraó do Egito e o seu exército invencível. Porém, Moisés foi à presença de Faraó e transmitiu a mensagem de Deus para deixar Israel ir. E então Faraó perguntou: “Mas quem irá?” E a resposta foi a seguinte: “Havemos de ir com nossos jovens, e com os nossos velhos, com os nossos filhos e com as nossas filhas.”(Êxo. 10:8,9).

Iremos com nossos jovens e velhos, com nossos filhos e filhas! Meus amigos, quando estivermos diante do inimigo de Deus, preparando-nos firmemente para nossa jornada à terra prometida, podemos unir nossa voz à de Moisés, dizendo essas palavras? “Iremos com nossos jovens e velhos, com nossos filhos e filhas!”

Vamos nos dedicar totalmente a levar conosco nossos filhos e filhas para a terra prometida? Vamos deixar que eles marchem na vanguarda do nosso exército? O desejo de Deus é que nenhum de nossos preciosos filhos seja deixado para trás no Egito, terra de escravidão. Ele quer todos nós – jovens e velhos, filhos e filhas – marchando contra o inimigo, saindo da terra da servidão, marchando rumo à Terra da Promessa.

Apelo:  Quantos se unirão a mim, dedicando-se à salvação de nossos jovens, treinando-os e capacitando-os para o serviço? Quantos se unirão no preparo do exército jovem de Deus para a batalha final? Quantos se unirão a mim, dizendo. Sim!

 Iremos, com nossos filhos, com nossas filhas, com nossos jovens para o reino de Deus?

DEUS ABENÇOE O DEPARTAMENTO JOVEM!

Baraka Muganda – Diretor Mundial dos Jovens





Culto JA, Soem o alarme

28 01 2009

por Alexander Rangel, para a Central de Diretores JA

tsir_01Malcolm Allen, em seu livro “Salvação e Serviço” nos chamam atenção ao segundo capítulo de Joel. Referente a uma mensagem de urgência que nos diz que o Senhor está chegando. E se o lermos, à luz de sua aplicação a nós como um povo, ele adquire um significado maior: ”Tocai a trombeta em Sião” (verso 1). E o que é Sião? Sião é Jerusalém. É a igreja de Deus. Sião somos nós mesmos, o grupo de pessoas mencionado em Deuteronômio 6. O texto não diz: “Ide, tocai a trombeta nas ruas”; mais sim: “Tocai a trombeta na igreja. Fazei soar o alarme.” Esse alarme soava perturbação, quando o povo estava em guerra. Ao ouvi-lo, as pessoas corriam.

Era um caso de emergência. Malcolm acredita que o ministério jovem de hoje se encontra em estado de emergência. E que devemos soar o alarme. Soar o alarme no Santo monte de emergência.

Um dos grandes erros por líderes de jovens é imaginar que realizando o Culto JA semanalmente, já está cumprindo satisfatoriamente o seu papel.

Nós líderes, devemos criar um espaço para o jovem dentro das atividades da igreja, e o mesmo tempo recriar um espaço para Deus e a igreja nas atividades diárias da vida do jovem.

Os jovens esperam que seus líderes, ao invés de pensar apenas no Culto JA busquem se necessário, opções de outros programas ou atividades que os envolvam. Sabemos que o Culto JA não é a única tarefa do ministério jovem, mais ocupa um lugar extremamente importante. Ele é o momento onde os jovens  desenvolvem-se   e abre-se para toda igreja, envolvem-se e tem momentos de adoração.

Também tem muitos líderes que tratam o Culto JA como atividade opcional Está  aí o segredo do descrédito do programa em muitas igrejas. Alguns tratam o Culto JA como um show que só deve ser feito quando existem estrelas para participar  (um grupo, um orador, etc…). Outros o encaram como um compromisso desgastante demais que não pode ser realizado todo o Sábado porque não há fôlego para um ano inteiro  sendo assim, é melhor ir devagar.

Vamos pensar juntos: é justo oferecer apenas shows à igreja, e deixá-la sem programa quando desgastante? Será que este é o único programa desgastante da igreja? Já pensou se o pastor ou o ancião de sua igreja decidisse fazer o culto de quarta-feira a noite apenas uma vez por mês? Isso parece absurdo, não E porque muitas vezes achamos o Culto JA diferente Devemos soar o alarme. Soar o alarme no Santo monte de emergência

‘Irmãos líderes de jovens, o ministério é desafiador. Vocês não podem ser líderes de jovens e pretender, ao mesmo tempo, ser filho da luz e das trevas. “Sede imitadores de Deus.” Nesse ministério há um desafio que Deus espera transcender qualquer coisa que este mundo tem para oferecer, porque somos filhos e filhas de Deus.’
Malcolm Allen

*Alexander Rangel Freitas  é  Líder Máster Avançado JA – RJSUL





10 erros comuns no Ministério Jovem

26 01 2009

1. Definição Indistinta Sobre os Jovens

Uma definição muito vaga sobre os jovens é um problema para muitos ministérios jovens. O ministério jovem deve incluir indivíduos com dez anos de idade ou com dezenove, ou com treze anos, ou após concluir o segundo grau? Essas perguntas não têm respostas absolutas, mas as respostas providas por sua igreja são úteis para orientar os líderes dos jovens. Para que seu ministério jovem seja bem-sucedido, ele necessita ter alguma noção da população a que atende. A congregação pode optar por não ter indivíduos menores (idades 10-12) ou acima de dezoito nesse grupo, porém ela deve incluir esses dois grupos em seu ministério.

2. Confundir Sociedade de Jovens com Ministério Jovem

O ministério jovem não é apenas uma sociedade de jovens. Deve-se lembrar do conceito de guarda-chuva do ministério jovem. Uma única parte do ministério jovem de uma congregação não pode atender as expectativas de todos. De igual forma, um único programa não pode realizar tudo o que deve ser feito no ministério da congregação com/para/pelos jovens. Não importa o tamanho de uma congregação, a sociedade de jovens é apenas uma parte do ministério jovem da congregação.

3. Pensar que o Ministério Jovem É Apenas um Programa

Um terceiro erro comum é a compreensão de que o ministério jovem é apenas um programa. Há pouco, se houver algum, contato ou ministério relacional. O enfoque do ministério é sempre no conteúdo. Os adultos e os jovens não têm contato em outro horário além do das reuniões do ministério jovem. Os adultos não estabelecem um relacionamento com os jovens.

Esse mal-entendido ocorre nas igrejas grandes como também nas pequenas. Na verdade, muitas igrejas grandes sofrem com esse problema quando pagam profissionais que entendem sua função em termos de criar e preparar programas e não em termos mais abrangentes do estar envolvido no ministério. Muitas vezes a dádiva paciente e apoiadora da presença é abandonada por outro programa.

4. Esquecer a Família e o Enfoque da Escola

Outro erro comum é o esquecer-se de que a maior parte da vida dos jovens é controlada pela família e pela escola. É imperativo saber o que está acontecendo e ambas esferas da vida de um jovem. Às vezes, os adultos que trabalham com jovens têm conhecimento do que se passa na família, mas não na escola. Muitas vezes as sociedades que dão ênfase na escola se esquecem do ambiente do lar e não têm idéia do que se passa ali. É importante conhecer o que está se passando na escola, ter contato com a direção e professores e ter contato com os pais. Será bom fazer uma visita à escola e ao lar.

5. Recrutar Voluntários Inadequados

Outro erro é permitir que adultos inadequados atuem como voluntários no ministério jovem. Com muita freqüência o recrutamento de adultos para trabalhar com os jovens ocorre como um convite geral a qualquer pessoa. Embora recrutar adultos seja muitas vezes difícil, muitas igrejas estariam melhor servidas sem uma associação de jovens do que com adultos inadequados liderando o ministério. A igreja necessita manter a supervisão dos adultos que trabalham com/para/pelos jovens. Não queremos dizer de que sejam necessários adultos perfeitos ou adultos que não possam cometer erros, ou crescer em suas habilidades como parte do ministério jovem da congregação, mas sim que necessitamos considerar cuidadosamente os dons e virtudes daqueles que estarão em contato direto com os jovens em cada congregação.

6. Ignorar os Jovens Com Mais Idade

No afã de uma congregação estabelecer uma sociedade de jovens bem-sucedida ou mesmo o ministério jovem, os jovens de mais idade podem ser sacrificados a fim de que a sociedade de jovens possa ser formada em torno dos mais novos, que potencialmente seguirão o programa ao longo dos anos que estão na congregação. Embora essa opção pareça sensível, muitas vezes o que ocorre é que a sociedade de jovens ganha uma reputação de que ela é apropriada apenas aos adolescentes. A compreensão não expressa é de que quando o jovem chega aos dezoito anos e tira sua carteira de motorista, ingressa em um emprego, deixa a sociedade de jovens. Embora algumas vezes útil, ao se estabelecer uma sociedade de jovens para os mais novos, não se deve esquecer ou ignorar os jovens de mais idade. O ministério jovem deve abranger todos os jovens, constituindo-se em erro ignorar os mais velhos.

7. Não Deixar o Jovem Sair

Outro erro comum é não levar a sério o jovem e suas capacidades de liderança. Muitas sociedades de jovens são lideradas por adultos. Esses líderes se esquecem de que um bom ministério é feito com os jovens e pelos jovens. Um bom ministério jovem necessita considerar seriamente os jovens, ouvir sua voz, talvez mesmo dar-lhe voz (voto).

Ainda que muitas vezes seja difícil para aqueles que ocupam posições de liderança no ministério jovem terem suas idéias questionadas, o jovem necessita ter oportunidade de falar, de discordar e de formar e implementar suas idéias. Uma sociedade de jovem bemsucedida formulará um meio de desenvolver os jovens em líderes da sociedade de jovens.

8. Ater-se Demasiadamente à Tradição

Não tenha medo de tentar novas idéias, de realizar novos programas, desenvolver novas tradições e de desafiar as velhas tradições. No ministério jovem, como também na sociedade de jovens, as tradições se estabelecem em dois ou três anos. Algumas são úteis;
outras necessitam ser desafiadas ou descartadas. Não podemos estar muito presos ao passado em nosso ministério jovem. A cada três ou quatro anos, não apenas os jovens mudam, mas a comunidade e o mundo no qual o jovem está se desenvolvendo também mudam. A inflexibilidade do programa e o ater-se muito ao passado geram outro erro comum na sociedade de jovens.

9. Dar Demasiada Ênfase ao Entretenimento

Algumas vezes as sociedades de jovens são criadas na congregação apenas para “agitar” o grupo. Nessas situações, a sociedade de jovens evita qualquer trabalho mais sério com os jovens sobre as questões da fé, especialmente aquelas que afetam nosso mudo como um todo. Um ministério jovem fiel não evitará as preocupações sociais sérias. Ser cristão é algo sério, e o que Deus espera e deseja de nós é uma questão séria. Nenhum de nós tem uma resposta definitiva para o que Deus deseja de nós, mas algumas vezes devemos ajudar os jovens a enfrentarem seus questionamentos sobre a fé e sua resposta a este mundo.

10. Ignorar a Ânsia dos Jovens pela Santidade

Os jovens têm ânsia pelo que é santo. Embora muitos não admitam ou reconheçam isso, ela existe não obstante (exatamente como existe na vida dos adultos na criação de Deus). O ministério jovem necessita ajudar os jovens a compreenderem essa ânsia, a lidarem com ela e a celebrarem a presença misteriosa de Deus no mundo. Infelizmente, poucas congregações enfrentam essa ânsia de uma forma substancial.

Conclusão

Se você está no ministério jovem há algum tempo, descobrirá que é muito provável que seja outra forma de ministério. O ministério jovem inicia com os jovens, mas prontamente se transforma em uma compreensão abrangente de ministério. Estar preocupado com os jovens significa estar preocupado com sua situação familiar, incluindo os pais e irmãos. Estar preocupado com os jovens significa estar preocupado com as normas culturais e sociais que moldam as instituições – familiares e sociais – nas quais o jovem participa e vive. Estar preocupado com os jovens significa estar disposto a advogar em seu favor.

Estar preocupado com os jovens significa ouvir a voz dos jovens, que muitas vezes não é ouvida nesta cultura. Estar preocupado com os jovens significa estar preocupado com toda a criação de Deus. O ministério jovem, como qualquer outra forma de ministério,

leva-nos a nos preocuparmos com a situação global na qual se encontram os seres humanos.
Uma das impressões que muitos têm é que estiveram realizando um trabalho medíocre no ministério jovem. Não fizeram nada do que foi descrito nas páginas anteriores.

Sentem-se desvalorizados e não reconhecidos. Começam a questionar se têm dons e virtudes
e se devem se envolver no ministério jovem. Um dos problemas dos que falamos sobre o ministério jovem é que tendemos a focalizar nossos sucessos e não nossos fracassos.

Falamos das grandes realizações que nós ou outros estão fazendo no ministério e deixamos de mencionar os aspectos mundanos que estão impedindo um ministério vivo em inúmeras congregações. Não falamos de nossos erros, provações e tribulações. Desejo assegurar-lhes de que todos passamos por aqueles momentos quando, a despeito do estabelecimento do melhores planos e das melhores intenções, as coisas não funcionam.

Percorremos uma linha tênue em nossa compreensão teológica do ministério jovem, entre o orgulho arrogante e o não responder às ordenanças de Deus. Com muita incidência o ministério jovem vive ou morre com os líderes adultos. Isso pode nos levar a pensar que o ministério é “nosso”, e não de Deus e da igreja. Nossa esperança é posta nas capacidades e conhecimentos humanos. Começamos a crer que o uso desta técnica ou daquela estratégia pode fazer o ministério jovem funcionar. Este simplesmente não é o caso. Não somos Deus, e o Espírito de Deus Se recusa a ser limitado por nós e por nossas falhas.

Por outro lado, há pessoas que crêem que Deus sempre opera miraculosamente na história humana. Elas esperam que Deus irrompa na congregação e estabeleça de forma divina o ministério jovem. Ainda que eu afirmo que Deus tem esse poder, saliento também que Deus raramente emprega Seu poder dessa forma. Antes, permite que nós, criaturas, nos envolvamos no processo da criação e da vida com Deus.

Se uma congregação pretende ter sucesso no ministério jovem, isso se dará porque o povo de Deus, usando os dons e virtudes que lhes foram por Ele concedidos, une-se ao Espírito Santo e aos jovens. O ministério jovem requer oração e ação.

Fonte: CD-ROM Capacitando a sua Liderança – UNEB





Bili & Tom – O bê-a-bá do JA – Os 7 Modulos

25 01 2009

Se você acha que falta variações no seu Culto Jovem, “seus problemas acabaram”

Ideias para variar no conteudo, sem perder a essencia do seu culto Jovem,

Bíblia – 5 min

1) Texto escolhido na linguagem de hoje – Bíblia Jovem Amigo.

2) Concurso Bíblico.

3) Versões diferentes (explicar).

4) Bíblia mais antiga/nova.

5) Textos difíceis.

6) 3 pessoas falam o verso favorito e por quê.

7) Curiosidades Bíblicas.

8 ) Todos lendo em voz alta um verso especial.

9) História de como a Bíblia transforma vidas.

10) Sugestões de quem lê Bíblia com prazer.

Incentivo – 5 min

1) Ano Bíblico.

2) Meditação Matinal.

3) Lição da Escola Sabatina.

4) Livros do clube de leitura dos jovens e juvenis.

5) Culto do lar.

6) Culto do pôr-do-sol.

7) Inspiração Juvenil.

8 ) Presença e pontualidade nos cultos.

9) Livros do Espírito de Profecia.

Louvor – 5 min

1) Cântico congregacional.

2) Música especial.

3) Ensinar cântico novo.

4) Dados sobre música (rock, popular, etc.).

5) Louvor na Bíblia (Salmos, danças, instrumentos, palmas).

6) Talento musical.

7) Noções elementares sobre a música.

8 ) Projeto serenata (a ex-adventistas).

9) Concurso musical.

10) Conhecendo instrumentos musicais.

Informação – 5 min

1) Tema do próximo programa.

2) Data pic-nic, excursão, congresso, campal, etc.

3) Próxima social.

4) Resultados das atividades dos jovens.

5) Jornal JA, Notijovem.

6) Dados adventistas mundiais.

7) Atualidades úteis.

8 ) Profissão, escolha a sua.

9) A voz do profissional.

10) Conhecendo nossas igrejas e instituições.

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