SOJA 2009 – MIL MANEIRAS

16 06 2009

Sexta – Semana de Oração Jovem

MIL MANEIRAS

(Objetivo: Enfatizar o desafio de número 6 – Refletir Jesus ao próximo. Mostrar que esse deve ser nossa principal atividade: brilhar por Jesus. O emprego, o estudo, a escola, etc. devem ser oportunidades para brilhar e não desculpas para se calar..)

INTRODUÇÃO

Os valdenses, mesmo sendo perseguidos em seus próprios vales e montanhas, não paravam de testemunhar de Jesus. Enviavam missionários vestidos como ambulantes a todas as partes da Europa e o seu método de abordagem não criava preconceito.

Viajavam como comerciantes ambulantes e podiam, com seu trabalho, alcançar tanto a pobres como a ricos. Quando entravam numa casa, perguntavam humildemente: Deseja uma tela de seda ou um bordado? Enquanto apresentava sua mercadoria, o vendedor esquadrinhava os sentimentos do cliente e quando, ao final da entrevista, este lhe perguntasse se teria mais alguma coisa para vender, ele respondia: – Sim, tenho um tesouro tão grande e mais precioso do que tudo o que já lhe mostrei e estou disposto a ensiná-lo se tenho sua palavra de que não me denunciará aos líderes religiosos.

Como as pessoas tinham ódio do Clero, prontamente concordavam. Então ele dizia: Tenho aqui uma pedra preciosa cujo brilho é tão claro, que através dele se pode ver e reconhecer a Deus. Seus raios de fogo abraçam o coração amoroso de Deus. Este tesouro inestimável é a Palavra que nos revela a vontade de Deus.

Então de dentro de um bolso secreto ele tirava uma pequena caixa com o Evangelho e lia o sermão da montanha, a parábola do Semeador ou a do Bom Samaritano (extraído e adaptado da “História de los Valdenses de Piemonte” HPV, 24 e 25).

Desta forma o missionário brilhava por Jesus em tantas casas quantas fosse permitido entrar e falar de Jesus. Você já falou de Jesus hoje?

1. TRABALHO ESCRAVO E LIVRE PARA BRILHAR

Era apenas uma menina feliz e saudável, livre para brincar e disposta a ajudar seus pais em casa. Mas os ventos políticos mudaram de direção, e seu país foi invadido. Seu povo deportado e milhares de seus compatriotas se tornaram escravos numa terra bem longe do torrão natal.

Ela também sofreu o mesmo destino. Como uma empregada, lavava, limpava, preparava os alimentos sem salário digno. Mas procurava fazer o seu melhor. Mesmo longe dos pais, dos parentes e de sua tão amada igreja, ela resolveu que não se esqueceria de seu Deus. Ela decidiu em seu coração, não perder qualquer oportunidade de brilhar por seu Senhor dos Exércitos. E um dia a oportunidade surgiu bem a sua frente e justamente com seu patrão.

II Reis 5:1-3. Parece simples o que aconteceu, mas aquela menina escrava não perdeu a chance de mostrar que seu Deus podia fazer qualquer coisa, até mesmo curar o seu patrão de uma doença terrível e incurável naquela época.

“Mesmo cativa, ela não esquecia de sua pátria e seu Deus. Tampouco pensava mal dos que haviam lhe aprisionado e a obrigavam a um serviço forçado. Com o coração cheio de amor para Deus, simpatizou-se com seu patrão enfermo e com sua esposa. Em vez de desejar o mal a Naamã pelas desgraças que haviam ocorrido a ela, lhe desejou o bem e que ele sarasse de sua terrível doença. Recordando as maravilhosas obras de Eliseu na sua pátria, teve fé em que o profeta poderia sarar a Naamã de sua lepra.” Comentário Adventista, vol 2, 872.

2. MINHA PROFISSÃO É SECUNDÁRIA

Essa menina escrava fazia o seu trabalho, mas em primeiro lugar vinha seu amor a Deus. Será que você ama a Jesus assim como essa menina?

Há muita gente que coloca a profissão em primeiro lugar. Dedicam-se, trabalham mais do que deveriam, se esforçam ao máximo e se esquecem de brilhar por Jesus. Devemos ser dedicados ao trabalho e aos estudos, mas eles não precisam ser usados como desculpa para evitarmos testemunhar de Deus.

Não se pode esperar o término da faculdade para então falar de Jesus. Não se pode esperar a aposentadoria para então ser fiel e testemunhar aos outros.

Para os valdenses, o trabalho era secundário. Primeiro vinha a responsabilidade de ser um missionário. Você já testemunhou hoje?

Para eles, o estudo nas escolas era secundário. Primeiro vinha o desafio de testemunhar aos colegas e professores.

“Alguns dos jovens valdenses mais inteligentes partiam do vale e iam às grandes escolas em Paris, Milão, Bolonha, Barcelona, ou mesmo Roma. Misturavam-se nessas universidades com outros estudantes, conversando com eles e fazendo-lhes perguntas. Levavam assim muitos deles a aceitar os ensinos valdenses.” Heróis de todas as Épocas, 9.

Para esses estudantes valdenses, o curso, a faculdade, vinha em segundo plano. Refletir Jesus ao próximo era a meta principal.

Ao descobrir esse método de testemunho, a igreja romana ficou irada a tal ponto de ordenar a prisão e a morte de todos os alunos valdenses em qualquer universidade da Europa.

“- Como podemos distinguir os estudantes valdenses dos seus companheiros? Perguntaram os professores.

– Se os senhores virem um aluno que não jura nem joga, não bebe nem briga, provavelmente é um valdense. Foi a esposta.

“Tinham que escolher entre renunciar a sua fé ou ser queimado no poste.” Heróis de todas as Épocas, 9.

É plano de Deus que aproveitemos as oportunidades em nosso emprego e em nossa escola como um meio de alcançar aquelas pessoas por quem Cristo morreu. Para o cristão fiel, cada emprego ou promoção alcançada é a chance dada pelo céu para brilhar para mais pessoas. Você está brilhando por Jesus na sua escola?

3. MIL MANEIRAS DE TESTEMUNHAR

Havia há algum tempo, na televisão, uma propaganda com uma frase parecida. Mas a nossa frase é: Existem mil maneiras de testemunhar. Invente a sua! Você já falou de Jesus hoje?

Não precisamos usar apenas o método do folheto, ou da visitação a hospitais, asilos e creches, ou outros métodos mais comuns. Você mesmo deve, em oração, pedir ao Senhor que lhe ilumine e o use de diferentes maneiras. Você já tem a sua maneira?

Quanto às maneiras de testemunhar a regra é: deveis fazer estas coisas sem deixar de fazer outras que você inventar.

Use seu celular, seu e-mail, seu site, seu carro, seu computador, sua camiseta, sua agenda, etc.

Deixe bem claro dos modos mais diferentes e criativos, de que lado você está.

Existem mil maneiras de testemunhar. Invente a sua!

CONCLUSÃO

Atos 2:47 nos diz que todos os dias os primeiros cristãos ficavam “louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos.”

Assim a igreja crescia em número e consagração. Viviam unidos e tinham tudo em comum e, todos os dias, mais gente aceitava o Evangelho da salvação.

Em 1848, o general Beckwith, falando aos remanescentes dos valdenses, os animou para a evangelização com as seguintes palavras: “Sereis missionários ou não sereis nada.” Você é um missionário?

Que seja esse o nosso lema também. Ou somos missionários ou não somos nada. Você já brilhou hoje?

Milhares de pessoas estão esperando que você brilhe para eles enxergarem o caminho.

Vamos nos reconsagrar ao Senhor Jesus agora. Se você quer testemunhar de Jesus assim como os valdenses fique de pé… oremos…

Sermão preparado pelo Pr. Udolcy Zukowski

Diretor do Ministério Jovem

União Este Brasileira

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SOJA 2009 – TRÊS JOVENS BRILHANTES

16 06 2009

Segundo Sábado – Semana de Oração Jovem

TRÊS JOVENS BRILHANTES

(Objetivo: Revisar todos os 6 desafios da Semana de Oração JA. Sugerir que façam uma avaliação pessoal de quais desafios mais ajudaram na caminhada cristã dessa semana e motivá-los a continuarem por mais alguns dias para firmar os bons hábitos aprendidos. Apelar para os visitantes a decidirem-se por Jesus “o quarto homem da fornalha”, e para que os membros se reconsagrem inteiramente e sem reservas ao Senhor.)

INTRODUÇÃO

Milhares de jovens se acotovelavam naquele Show de Rock para ver de perto seu ídolo cantar. Em meio a todo aquele povo, ouviam-se gritos histéricos de fãs como que enlouquecidos. Fred Mercury que já estava com Aids em estado avançado, sentia-se fraco. Recebera em seu corpo esse vírus mortal em seus “relacionamentos” imorais. O pecado custa caro – a própria vida!

No meio da apresentação ele para de cantar e faz uma pergunta aos jovens e adolescentes:

“- Para quê serve a vida?”

Uma multidão antes barulhenta, agora silencia… e ninguém soube responder para quê serve a

vida. Eu te pergunto: para quê serve a vida? – Para brilhar por Jesus!

1. OS 6 DESAFIOS

Nesta semana procuramos viver intensamente nosso relacionamento com Jesus. Dedicamos tempo para confirmar que a vida de um cristão serve para iluminar outras vidas. Que brilhar por Jesus deve ser nosso alvo todos os dias.

Desenvolvemos os 6 brilhantes desafios que foram praticados pela maioria de nós. Vamos analisar essas propostas de novos hábitos espirituais.

1. Desenvolver a hora de orar.

A partir de hoje, será melhor se você mudar de lugar os adesivos da “Hora de Orar”. Depois de um tempo se torna uma rotina você ver o adesivo no mesmo lugar e acaba não fazendo sua oração quando vê. É mais ou menos assim: Você vê mas não enxerga. Portanto escolha outras maneiras de ser lembrado que deve orar sem cessar.

2. Participar das Férias do Barulho.

Hoje você termina esse desafio de se desligar dos sons, TV, internet, jornais, revistas, etc. Mas duas coisas são importantes de se lembrar: a primeira é de que junto com a família, ou individualmente, é necessário avaliar quanto tempo se tem desperdiçado com essas coisas e quais programas ou músicas os ajudarão na vida cristã. Será bom delimitar um tempo, ou restringir programas, abandonar certos tipos de músicas.

O segundo lembrete é para programarem de fazer as Férias do Barulho em casa pelo menos umas 3 vezes no ano. Toda a família será beneficiada e até a conta de luz vai ficar um pouco mais barata.

3. Ler um capítulo da Bíblia (pelo menos).

É claro que não vamos parar de ler a Bíblia. Então é preciso continuar o Ano Bíblico e arraigar o bom hábito de ler a Palavra de Deus todos os dias. Sublinhe os versos que gosta. Procure ler sempre no mesmo horário. Continue buscando tesouros escondidos na Bíblia.

4. Não se levantar sem primeiro se ajoelhar.

Dizem que para formar um novo hábito é necessário repeti-lo pelo menos por 40 dias. É por isso que precisamos continuar com o bom costume aprendido nessa semana de não ficar em pé sem primeiro se ajoelhar. Não pular da cama sem primeiro colocar os joelhos no chão. O inimigo e todas as suas hostes do mal não conseguem nem mesmo chegar perto do filho de Deus que está ajoelhado orando.

5. Falar bem de tudo e de todos.

É difícil segurar o “veneno” de falar mal ou “pelas costas”. Mais complicado ainda é controlar esse pequeno membro do nosso corpo que é a língua, e mantê-lo em “rédeas curtas”. Acho que podemos prosseguir com esse desafio, procurando sempre ver e ouvir coisas que elevam nosso espírito e falar o que edifica.

Ser otimista, alegre, entusiasta e íntegro, também faz parte deste desafio. Sejamos todos aqui na igreja e principalmente lá fora, homens e mulheres, jovens e juvenis que elogiem em vez de criticar, que abracem em vez de cruzar os braços, que sorriem em vez de “fecharem a cara”. Vamos atrair pessoas pela nossa bondade, cortesia e boas maneiras.

6. Refletir Jesus ao próximo.

Você é um farol que Deus colocou para iluminar sua casa, seu local de trabalho e sua escola. Se você não brilhar, as trevas continuarão a cobrir a vida de milhares de perdidos. Se apenas um raio de luz por Jesus já irá ajudar a muitos a encontrarem o caminho.

Existem mil maneiras de testemunhar. Invente a sua! Se não quiser inventar, use as dezenas de métodos que a igreja oferece. Envolva-se na missão. Seremos missionários ou não seremos nada.

2. MAIS BRILHANTES QUE O FOGO

Daniel 1:3 e 4. Eles eram jovens bonitos, inteligentes e saudáveis, mas estavam longe de casa. Sem chance de voltar tão cedo. Talvez nunca voltassem. Vivendo, estudando e trabalhando num país idólatra e politeísta, sem sua amada igreja e seus irmãos.

Assim que chegaram deportados de seu próprio país, para estudarem e trabalharem no palácio, receberam apelidos do próprio chefe dos eunucos. Ananias foi chamado de Sadraque.

Misael ficou como Mesaque e Azarias recebeu o apelido de Abedenego.

Seus nomes eram muito significativos em Israel, mas agora Babilônia queria influenciá-los para serem idólatras como eles.

Ananias significa “O Senhor tem sido misericordioso”; ficou como Sadraque, “Servo de Áku, o deus da lua Sin”. Misael que significa “Quem é como Deus”, foi chamado de Mesaque, “Quem é igual a Áku (deus da lua).

Azarias, “O Senhor ajudou”, foi apelidado de Abedenego, “Servo de Nebo” (deus babilônico, também encontrado no nome Nabucodonozor, “Nebo protege das desgraças”).

Foi assim que Babilônia queria moldar aqueles rapazes e infundir sua cultura e seus costumes pagãos a eles. Mas eles resolveram, junto com Daniel, continuarem a servir unicamente ao Deus verdadeiro e serem temperantes. Não passou muito tempo até que fossem novamente provados, mas agora diante de uma multidão.

Daniel 3:1-6. O que você faria numa situação em que é o único fi lho de Deus e todos os outros

o estivessem “empurrando” para desobedecer ao seu Deus? Daniel 3:13-18. Existirá em nossa igreja hoje, jovens tão destemidos e comprometidos em brilhar por Deus?

Daniel 3:19-25. Bem, todos já conhecemos a história. O “quarto homem da fornalha” nunca abandona Seus queridos fi lhos. Faz com que eles sejam mais brilhantes que o fogo. Nenhum fio de cabelo se queima. Andam sobre brasas e não se ferem. “Não há outro deus que possa livrar como este.” Daniel 3:29.

3. HERÓIS NEM SEMPRE VENCEM

Há uma frase sobre a vida cristã que nos ensina uma importante lição: “Heróis não são aqueles que sempre vencem; mas são aqueles que, mesmo humilhados no pó da derrota, ainda conservam o ânimo para a luta.” Mesmo que algumas vezes sejamos derrotados, não devemos abandonar a luta.

Arrastando-se ou manquejando, abatidos ou feridos, mas sem desanimar jamais. “Aquele que está em pé, cuide que não caia”. I Cor. 10:12.

I João 2:1 “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.”

Busquemos forças em Deus sempre e, se cairmos pelo caminho, não ficaremos caídos. Não somos como as árvores que quando quebradas pela fúria da tempestade, não conseguem reerguer-se. Devemos ser como a bússola que não se deixa abalar, por mais fortes que sejam as intempéries, o ponteiro sempre volta a apontar para o norte.

CONCLUSÃO

Recordamos um pouco nessa semana sobre a história dos valdenses. Um povo fiel à Bíblia por quase mil anos entre 820 a 1800, incrustados nos picos alpinos. Os jovens saíam de suas casas, despediam-se de seus pais e familiares para serem missionários em cidades idólatras e perseguidoras dos fiéis cristãos. Muitos nunca chegaram a voltar. A maioria brilhava por Jesus por uns poucos meses e terminava na fogueira. Os jovens valdenses brilharam mais que o fogo.

“Pedro de Bruis, se levantou contra a mundanidade e superstição da igreja romana. Durante 20 anos atraiu a atenção das massas para o sábado do quarto mandamento, observado pelas igrejas celtas das ilhas britânicas e pela grande igreja do oriente.” História de los Valdenses Del Piemonte, 12. Você tem sido fi el na guarda do sábado?

Finalmente depois de testemunhar por 20 anos, ele foi preso e condenado. Morreu na fogueira no ano de 1126.

Pedro de Bruis, Ananias, Misael e Azarias, e tantos outros jovens, foram brilhantes no testemunho de Jesus. Deus quer hoje seu coração por inteiro, sua vida completamente. Ele deseja fazer de você um jovem, um juvenil, um adulto vencedor. Decida-se a ser do Senhor Jesus ainda que a fornalha das provações seja aquecida 7 vezes. O “quarto homem da fornalha” quer sua dedicação e sua fidelidade a Ele agora.

Sermão preparado pelo Pr. Udolcy Zukowski

Diretor do Ministério Jovem

União Este Brasileira





O Sal e a Candeia

2 02 2009

Mateus 5.13-16

13 – Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. 14 – Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; 15 – nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão na casa. 16 – Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus.

INTRODUÇÃO

Jesus achava-se em Cafarnaum, cercado por grande multidão, num lugar que hoje é apontado como o Monte da Bem-aventuranças.

A parábola em questão fala sobre a influência e a responsabilidade do cristão neste mundo. Esta parábola serviu para os ouvintes daquele tempo e é ainda útil para os cristãos hoje, pois através dela aprendemos que devemos ser exemplo para o mundo e, ao mesmo tempo, militar contra o mal e a corrupção da sociedade.

I – O CRISTÃO COMO SAL DA TERRA

Como sal da terra o cristão tem as seguintes propriedades:

1. Preserva

O sal era essencial à vida nos tempos antigos, mais do que em nosso contexto atual, pois era o único meio de preservar certos alimentos, tais como: a carne, o peixe, etc.

Nos versículos 13-16, vemos que os cristãos são comparados ao sal, logo devemos preservar o moral e o caráter, livrando o mundo da corrupção e dos maus costumes. Em Apocalipse estão descritas uma série de pragas e destruição que serão desencadeadas com a nossa partida durante o arrebatamento, então de certa forma, estamos preservando também este mundo da sua iminente destruição. Leia Mateus 24.22

2. Dá sabor

Uma outra propriedade do sal é conferir sabor aos alimentos, pois este é o principal tempero utilizado na culinária. Assim também deve proceder o cristão, mediante o seu testemunho e modo de agir diante dos homens.
Conta-se que um negociante de Sidom, havendo obtido do governo o monopólio do sal, trouxe uma quantidade imensa dos pântanos de Chipre, e alugou sessenta e cinco casas na aldeia de June para armazenar o sal. Estas não tinham assoalhos, e em poucos anos o sal depositado no chão perdeu o seu sabor. Viu-se então uma grande quantidade atirada à rua e pisada pelos homens. “Se o sal for insípido, não mais presta senão para ser lançado fora e pisado pelos homens”. (Mt 5.13b) Assim é o mau crente que perdeu o temor de Deus e procede desonestamente no seio da comunidade em que vive.

 
3. Estimula a sede

Na falta de água doce o náufrago, na ânsia de matar a sede, pode chegar a ingerir a água do mar, e isto vai fazer com que sinta mais sede ainda, pois a água salgada aumentará a sudorese e, consequentemente, o náufrago irá desidratar-se mais rápido, aumentando assim a sua sede. Logo, está biologicamente comprovado que o sal produz sede.
O cristão como o sal precisa produzir sede espiritual nos outros, como fez Jesus no 8º dia da festa dos tabernáculos. (Jo 7.37b)

II – O CRISTÃO COMO LUZ DO MUNDO

O cristão como luz do mundo atua das seguintes formas:

1. Mantém a vida na terra

Sem a luz seria impossível haver vida na terra, pois boa parte da existência de um organismo é utilizada na obtenção de matéria para a formação de seu corpo, e de energia para suas atividades vitais. Por isso, as relações alimentares entre os seres vivos dependem de maneira direta ou indireta da luz, pois sem ela não há produção de matéria orgânica para nutrir as espécies. Assim, nós como cristãos, devemos fornecer o alimento espiritual, que é a Palavra de Deus, preservando as vidas para o Senhor Jesus. (2 Tm 4.2; Rm 10.14)

2. Brilha

A luz não tem preconceitos, tanto brilha sobre um criminoso como sobre uma criança inocente. Brilha sobre uma poça de lama, como sobre uma imaculada flor. Assim deve ser o cristão no desempenho de sua missão de luz do mundo, esparzindo a luz do evangelho de Cristo sobre todos os indivíduos. Independentemente do local, temos que brilhar. As aves do flamingo pescam na lama sem sujar suas penas. (Mt 5.16)

3. Opõem-se às trevas

Jesus falou do crente como a “luz do mundo”, o que significa que o mundo está em trevas, e não há luz espiritual para o crente no mundo. (1 Jo 5.19) O termo traduzido por “mundo” refere-se ao mundo social; à raça humana; não a uma partícula dessa, mas a toda ela. Como pode o cristão ser a “luz do mundo” vivendo segundo o modo de vida e as práticas do mundo? Leia 1 Jo 2.15.

 
III – O CRISTÃO COMO LUZ NO SEU DEVIDO LUGAR

 
“Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo”. (Fp 2.15)

 
1. Não debaixo do alqueire

A luz que iluminava as casas no tampo de Jesus era de lamparina, alimentada através de um pavio mergulhado no azeite.

O alqueire é uma antiga medida de capacidade para grãos e líquidos. Se colocarmos uma lamparina debaixo do alqueire a luz fica sufocada e sem oxigênio, logo se apagará. Portanto, tendo sido iluminados pelas verdades de Deus, somos responsáveis por difundir essa luz entre os nossos semelhantes. O alqueire representa os cuidados e interesses materiais da vida que podem apagar a nossa luz. (Mc 4.19)

 
2. No velador

Se temos luz, devemos mostrá-la, e se não mostrarmos, será extinta. Mesmo que ilumine um monte de lixo ou cenas repugnantes, prossegue incontaminada com o pecado e as obras das trevas. (Lc 11.33-36)

 3. Diante dos homens

Todos nós sabemos quão difícil é andar em lugares escuros; podemos tropeçar e cair. Brilhar diante dos homens é dar condições a eles de verem o caminho certo e andar sem tropeçar. O importante é que devemos brilhar diante deles, porque só assim a luz estará cumprindo a sua finalidade. Podemos brilhar om a nossa fé e as nossas boas obras. (Mt 5.16)

Autor desconhecido





A a igreja como “sal da terra” e “luz do mundo” no contexto do caos urbano

2 02 2009

Tinhamos um texto Muito bom aqui, porem, o autor, não concordou com a retirada da frase sobre a lembrança dele do arrebatamento secreto, recomendo aos interessados ao texto pesquisar o título no google e ler a mensagem.

No lugar colocaremos o nosso Pensamento sobre o arrebatamento secreto

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Quatro Razões Para Rejeitar o Arrebatamento Secreto

por

Paulo Alexandre

Um cuidadoso estudo de textos bíblicos relevantes quanto ao Retorno de Cristo sugere pelo menos quatro razões principais para rejeitar o ponto de vista de uma Segunda Vinda de Cristo em dois estágios.

O Vocabulário do Segundo Advento. A primeira razão para rejeitar um arrebatamento secreto que antecede à tribulação é o fato de que o vocabulário do Segundo Advento não oferece respaldo para tal ponto de vista. Nenhuma das três palavras gregas usadas no Novo Testamento para descrever o Retorno de Cristo, ou seja, parousia-vinda, apokalypsis-revelação, e epiphaneia-aparecimento, sugere um arrebatamento secreto pré-tribulacional como objeto da esperança cristã no Advento.

Os pré-tribulacionistas alegam que a palavra parousia-vinda é usada por Paulo em 1 Tessalonicenses 4:15 para descrever o arrebatamento secreto. Mas em 1 Tessalonicenses 3:13 Paulo emprega a mesma palavra para descrever “a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os Seus santos”-uma descrição, segundo os pré-tribulacionistas, da segunda fase do Retorno de Cristo. Novamente, em 2 Tessalonicenses 2:8, Paulo emprega o termo parousia-vinda em referência à Vinda de Cristo que causará a destruição do anticristo-um evento que, de acordo com os pré-tribulacionistas, supostamente ocorrerá na segunda fase da Vinda de Cristo.

Semelhantemente, as palavras apokalypsis-revelação e epiphaneia-aparecimento, são utilizadas para descrever tanto o que os pré-tribulacionistas chamam de arrebatamento (1 Cor 1:7; 1 Tim 6:14) e o que chamam de Retorno, ou segunda fase da Vinda de Cristo (2 Tess 1:7-8, 2:8). Destarte, o vocabulário da Bendita Esperança não propicia base alguma para uma distinção do Retorno de Cristo em duas fases, uma vez que seus termos originais são empregados intercambiavelmente para descrever o mesmo evento. Mais importante ainda é o fato de que cada um desses três termos é claramente empregado para descrever o Retorno de Cristo pós-tribulacional, o que é visto como objeto da esperança do crente.

A parousia, por exemplo, é indisputavelmente pós-tribulacional em Mateus 24:27, 38, 39 e em 2 Tessalonicenses 2:8. O mesmo é verdade de apokalypsis-revelação, em 2 Tessalonicenses 1:7 e de epiphaneia-aparecimento em 2 Tessalonicenses 2:8. Portanto, o vocabulário da Bendita Esperança exclui a possibilidade de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja, seguida de uma tribulação de sete anos e da Vinda gloriosa, visível para estabelecer o Reino Judaico milenial. Os termos usados claramente apontam a um Advento de Cristo único, indivisível, pós-tribulacional para trazer salvação aos crentes e retribuição aos descrentes.

Nenhum Arrebatamento da Igreja. Uma segunda razão para rejeitar um arrebatamento pré-tribulacional secreto da Igreja é o fato de que não há qualquer indício no Novo Testamento de um arrebatamento instantâneo da Igreja. A descrição mais notória do Segundo Advento encontrada em 1 Tessalonicenses 4:15-17, sugere exatamente o oposto quando fala que o Senhor desce do céu “dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus” . . . “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares”.

O clamor, a trombeta e o grande ajuntamento dos vivos e santos ressurretos dificilmente sugeriria um evento secreto, instantâneo e invisível. Pelo contrário, como freqüentemente se tem assinalado, esta talvez seja a passagem mais barulhenta da Bíblia. A referência a um ressoar “da trombeta” e paralelamente ao texto de Mateus 24:31 e 1 Coríntios 15:52, que falam de fortes sons de trombeta, corroboram a visibilidade e natureza pública do Segundo Advento. Nenhum traço de um arrebatamento secreto pode ser encontrado em qualquer destas passagens.

Nenhuma Remoção da Igreja da Grande Tribulação. Uma terceira razão para rejeitar a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional da Igreja é o fato de que tal noção não tem apoio das passagens que tratam da tribulação. Por exemplo, em seu discurso no Monte das Oliveiras, Jesus fala da “grande tribulação” que imediatamente precederá a Sua vinda e promete que “por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados” (Mat. 24:21-22, 29). Alegar que “os eleitos” são apenas os crentes judeus, e não membros da Igreja, representa ignorar que Cristo está se dirigindo a Seus apóstolos que representam não só o Israel nacional, mas a Igreja em escala ampla. Isto é confirmado pelo fato de que tanto Marcos quanto Lucas fazem referência ao mesmo discurso para a Igreja gentílica (Marcos 13; Lucas 21).

É também digna de nota a grande semelhança entre a descrição que Cristo faz do arrebatamento da Igreja em Mateus 24:30, 31 e a de Paulo em 1 Tessalonicenses 4:16, 17. Ambos os textos mencionam a descida do Senhor, a trombeta que soa, os anjos acompanhantes e a reunião do povo de Deus. Tais semelhanças sugerem que ambas as passagens descrevem o mesmo evento. Contudo, em Mateus o arrebatamento de Cristo é explicitamente situado “após a tribulação” (Mat. 24:29), ao tempo da Vinda de Cristo “com poder e grande glória” (vs. 29, 30). O paralelismo entre as duas passagens indica claramente que o arrebatamento da Igreja não precede, mas, pelo contrário, segue-se à grande tribulação.

Cristo nunca prometeu a Sua Igreja um arrebatamento pré-tribulação deste mundo. Antes, prometeu proteção em meio à tribulação. Em Sua petição ao Pai, Ele disse: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (João 17:15). Semelhantemente à Igreja de Filadélfia, Cristo promete: “Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra” (Apoc. 3:10). Se a Igreja estivesse ausente desta Terra durante a hora de prova, não haveria necessidade de proteção divina.

Nenhum Arrebatamento Pré-Tibulação nas Escrituras. Por último, a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional é negada por Paulo e pelo livro de Apocalipse. Em suas admoestações aos tessalonicenses, Paulo explica que os crentes terão “alívio” da tribulação desta era presente “quando do céu se manifestar o Senhor Jesus Cristo com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus. . .” (2 Tess 1:7-8). Em outras palavras, os crentes experimentarão libertação dos sofrimentos desta era, não mediante um arrebatamento secreto, mas por ocasião da revelação pós-tribulacional de Cristo.

No segundo capítulo Paulo refuta as concepções errôneas que prevaleciam entre os tessalonicenses de que o dia do Senhor havia vindo. Para refutar esse equívoco ele cita dois eventos principais que deveriam dar-se antes da Vinda do Senhor, ou seja, a rebelião e o aparecimento do “homem da iniqüidade” (2 Tess 2:3) que perseguiria o povo de Deus.

O que é crucial nesta passagem é que Paulo não faz menção de um arrebatamento pré-tribulacional como um precedente necessário para a Vinda do Senhor. Contudo, este seria o argumento mais forte que Paulo poderia apresentar para provar aos tessalonicenses que o dia do Senhor não poderia possivelmente ter vindo, uma vez que o seu arrebatamento para fora deste mundo ainda não tivera lugar. A omissão de Paulo desse argumento vital sugere fortemente que Paulo não cria num arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.

Esta conclusão também é apoiada pela menção por Paulo do aparecimento do anticristo-um evento indicutivelmente tribulacional que os crentes verão antes da vinda do Senhor. Se Paulo esperasse que a Igreja fosse arrebatada deste mundo antes da tribulação causada pelo aparecimento do anticristo, ele dificilmente teria ensinado que os crentes veriam tal evento antes da vinda do Senhor. Que interesse os tessalonicenses teriam no aparecimento do anticristo, juntamente com a tribulação que o acompanharia, se devessem ser arrebatados para longe desta Terra antes de esses eventos terem lugar? Assim, tanto por sua omissão quanto por sua afirmação, Paulo nega o ponto de vista de um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.

Nenhum Arrebatamento Pré-Tribulacional no Apocalipse. O livro de Apocalipse trata em maiores detalhes do que qualquer outro livro do Novo Testamento dos eventos associados com a grande tribulação, tais como o soar das sete trombetas, o aparecimento da besta que inflige uma terrível perseguição sobre os santos de Deus, e o derramamento das sete últimas pragas (Apoc. 8 a 16). Conquanto João descreva em grande detalhe os eventos tribulacionais, ele nunca menciona ou sugere um Advento de Cristo secreto e pré-tribulacional para levar embora a Igreja. Isto surpreende muito, em vista de que o expresso propósito de João é instruir as Igrejas com respeito aos eventos finais.

João explicitamente menciona uma incontável multidão de crentes que passarão pela grande tribulação. “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras, e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Apoc. 7:14). Os pré-tribulacionistas argumentam que esses crentes são somente da raça judaica, supostamente em vista de que a Igreja em Apocalipse 4 a 19 não mais está sobre a Terra, mas no céu. Tal raciocínio perde o seu crédito, primeiramente pelo fato de que em parte alguma João diferencia entre os santos na tribulação que sejam judeus ou gentios.

João explicitamente declara que os crentes vitoriosos da tribulação vêm de “toda nação, tribo, língua e povo” (Apoc. 7:9). Esta frase ocorre repetidamente no Apocalipse para designar não exclusivamente os judeus, mas inclusivamente todo membro da família humana (Apoc. 5:9; 10:11; 13:7; 14:6). O Cordeiro, por exemplo, é louvado pelos 24 anciãos por ter resgatado homens “de toda tribo e língua e povo e nação” (Apoc. 5:9). Obviamente, Cristo não resgatou somente judeus, mas pessoas de todas as raças.

Êxtase de João, Não Arrebatamento da Igreja. O argumento de que a Igreja em Apocalipse 4 a 19 está no céu baseia-se num falso pressuposto de que a ordem a João, “Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas cousas” (Apoc. 4:1) refere-se supostamente ao arrebatamento da Igreja no céu. Esta é uma interpretação sem fundamento, porque o texto não fala do arrebatamento da Igreja, mas da experiência visionária extática de João. Até mesmo John F. Walvoord, destacado pré-tribulacionista, reconhece abertamente que “não há autoridade para ligar o arrebatamento com esta expressão”. [1]

As semelhanças entre as admoestações dadas nas cartas às sete Igrejas e as que são dadas aos santos que enfrentam a tribulação sugerem que os dois são essencialmente o mesmo povo. Por exemplo, quatro vezes nas sete cartas a necessidade para “suportar” é realçada (Apoc. 2:2, 3, 19; 3:10), e se espera a mesma qualidade dos santos que passam pela tribulação (Apoc. 13:10; 14:12). Semelhantemente, a necessidade de “vencer”, expressa sete vezes nas cartas às Igrejas (Apoc. 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21), é o próprio atributo dos santos na tribulação “que venceram a besta e sua imagem” (Apoc. 15:2). Dificilmente se conceberia que João tencionava atribuir as mesmas características a dois grupos diferentes de pessoas.

A Igreja Sofre a Tribulação, Mas Não a Ira Divina. Em Apocalipse 22:16 Jesus reivindica ter enviado o Seu anjo a João “para testificar estas cousas à Igreja”. É difícil ver como as mensagens dadas pelo anjo a João poderiam ser um testemunho para as Igrejas, se a Igreja não está diretamente envolvida na maior parte dos eventos descritos no livro (Apoc. 4 a 19).

O ponto básico da questão é que a Igreja em Apocalipse sofrerá perseguição por poderes satânicos durante a tribulação final, mas não sofrerá a ira divina. A ira divina, que é retratada pelas sete pragas apocalípticas, não é derramada indiscriminadamente sobre todos, mas seletivamente sobre aqueles que são “portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (Apoc. 16:2; cf. 14:9-10).

Tal como os antigos israelitas desfrutaram da proteção de Deus durante as dez pragas (Êxo. 11:7), assim o povo de Deus será protegido quando Sua ira divina cair sobre os ímpios. Essa divina proteção é representada em Apocalipse por um anjo que sela os servos de Deus em suas testas (Apoc. 7:3) de modo a que sejam poupados quando a ira de Deus sobrevir sobre os impenitentes (Apoc. 9:4). Por fim, o povo de Deus será resgatado pelo glorioso Retorno de Cristo (Apoc. 16:15; 19:11-21). Destarte, a Revelação não retrata um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja, mas um Retorno pós-tribulacional de Cristo.

Conclusão. À luz das razões acima discutidas, concluímos que o ensino popular de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja antes da tribulação final é um sinal errado do Tempo do fim destituído de qualquer respaldo bíblico. Tal crença torna a Deus culpado de chocante discriminação, por dar tratamento preferencial à Igreja que é removida da Terra antes da tribulação final reservada aos judeus. As Escrituras ensinam que a Segunda Vinda de Cristo é um evento único que ocorre após a grande tribulação e será experimentada pelos crentes de todas as eras e de todas as raças. Esta é a Bendita Esperança que une “toda nação, e tribo, e língua e povo” (Apoc. 14:6).

Referências:

1. John F. Walvoord, The Revelation of Jesus Christ (Chicago, 1966), p. 103.

Fonte: Pesquisa no Google








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